16ª edição




Editorial
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Conheça os convidados do Simpósio ABEAD
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Entrevista com Elizabeth Carneiro
Canal Aberto ao Associado


EDITORIAL

Programa de índio

Antes de chegar o homem branco, eles tinham terra, saúde e liberdade. A civilização invadiu o território e trouxe os seus problemas. Os europeus tinham doenças que o organismo do índio não suportava. Muitos morreram nas lutas pela terra e outros foram escravizados. Mas também houve quem sofreu com as enfermidades do homem branco. Hoje, os direitos do índio foram reconhecidos e eles puderam voltar a viver em paz, apesar do extermínio de seus antepassados. Mas uma coisa não mudou: infelizmente, os índios brasileiros ainda sofrem com as enfermidades do homem branco.

E assim como na população urbana, um dos principais problemas de saúde pública na população indígena é o alcoolismo. Um estudo da Secretaria Nacional Anti-Drogas (Senad) mostra que 38,4% deles consomem álcool. Desses, 49,7% gostariam de parar de beber, mas não conseguem. A bebida mais consumida é a cerveja (67,6%), seguida da cachaça (41,9%) e do vinho (14,8%). Beber em excesso não é bom para ninguém. Para eles, que estão acostumados a viver próximos da natureza, é ainda pior. O estatuto do índio proíbe a venda de bebidas alcoólicas aos índios. Apesar disso, 57% deles disseram comprá-las nos centros urbanos e rodovias.

Como se vê, os dados são preocupantes. A Fundação Nacional de Saúde (Funasa) desenvolve projetos de combate ao alcoolismo, que devem ser fiscalizados, melhorados e implantados em mais regiões. Nossa função, como pesquisadores da área de álcool e outras drogas, é colaborar, através de estudos e trabalhos de campo, para que esses projetos sejam efetivos e eficientes. Nossa obrigação, como cidadãos, é prezar pela saúde dos verdadeiros donos do nosso país.

Analice Gigliotti e Sabrina Presman

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CONHEÇA OS CONVIDADOS DO SIMPÓSIO ABEAD

Conheça os convidados internacionais do Simpósio Especial dos 30 anos da ABEAD:

Peter Monti, Ph.D

Dr. Peter Monti é professor de Ciências Médicas e Diretor do Centro de Estudos sobre Álcool e Dependência na Brown University. Ele é também pesquisador do Veterans Administration (VA). É um líder reconhecido internacionalmente na compreensão dos mecanismos subjacentes ao comportamento do dependente, bem como a sua prevenção e tratamento. O Dr. Monti já publicou cerca de 200 trabalhos, monografias e capítulos. Estes são fundamentalmente focados nas áreas de avaliação, mecanismos de intervenção precoce e tratamento. Dr. Monti participa regularmente em diversas comissões científicas, incluindo as da NIAAA e NIDA, além da VA Merit Review Board para Dependência de Álcool e Drogas. Recebeu os prêmios Association of Medical School Psychologists Distinguished Researcher Award, em 2003, e Research Society on Alcoholism's (RSA) Distinguished Researcher Award em 2006. Ele é atualmente vice-presidente da RSA e irá assumir a Presidência dessa importante Associação em junho de 2008.

Thomas McLellan, Ph.D

Thomas McLellan, PhD, é psicólogo, professor de Psiquiatria da University of Pennsylvania, e co-fundador e Dirigente Executivo Oficial do Treatment Research Institute - TRI. O Dr. McLellan recebeu seu B.A. pela Colgate University, e seu M.S. e Ph.D. pela Bryn Mawr College. Ele é pós graduado em Psicologia pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. É mais conhecido por seu papel de líder na criação do Addiction Severity Index (ASI) e o Treatment Services Review, dois dos instrumentos mais utilizados na área do abuso de drogas. Entre as muitas honrarias e prêmios de McLellan, estão o Life Achievement Award da American Society of Addiction Medicine - ASAM, em 2003, e  o Prêmio de Contribuição Ilustre em Dependência Química pela Associação Sueca de Medicina, em 2002. McLellan e os seus colegas estão atulmente investigando diferentes abordagens de tratamento, bem como sua duração e conteúdo adaptados aos diversos tipos de pacientes.


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ARTIGO

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Semelhanças e Diferenças no Tratamento, Recaída e Ciclo de Recuperação entre os Gêneros
Publicado: Eval Rev 2008; 32; 113
Autor: Christine E. Grella, Christy K. Scott, Mark A. Foss e Michael L. Dennis

O conceito de que a Dependência Química seja uma doença crônica que requer tempo longo de tratamento como qualquer outra doença crônica tem sido largamente disseminado e geralmente aceito no campo de tratamento do uso de substâncias. Este conceito de Dependência Química ainda tem algumas falhas. O entendimento a respeito de como os indivíduos freqüentemente mudam de um estágio para outro durante o ciclo de recuperação e o acompanhamento dessas mudanças ainda é limitado. Estudar a adicção como uma doença crônica, é importante para traçar uma perspectiva de vida. Em cada história de uso, tratamento, recaída e recuperação não são observados eventos discretos, mas sim experiências correlatas entre passado, presente e futuro do uso e tratamento das drogas.

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra


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PUBLICAÇÃO

http://www.abead.com.br/livros/capas/dinamicas_grupo.jpg

Dinâmicas de Grupo

Autores:
Neliana Buzi Figlie
Denise Getúlio de Melo
Roberta Payá


Absolutamente inovador na literatura nacional acerca do tratamento psicoterápico em grupo na clínica da dependência química, o manual Dinâmicas de Grupo, embasado nas teorias da Prevenção da Recaída e da Entrevista Motivacional, traz atividades práticas que podem ser aplicadas por profissionais da área.
No campo da Saúde Mental, o tratamento da Dependência Química representa um grande desafio pela sua abrangência. Trata-se de uma "síndrome" que atinge diversas dimensões: social, profissional, biológica, emocional, entre outras.
O trabalho grupal, neste campo, revela-se como uma modalidade reconhecida e, a partir disso, a utilidade deste livro para os profissionais que trabalham com grupo no tratamento da dependência química é de suma importância. Parte I - Referencial Teórico; Parte II Aplicação e Procedimentos das Dinâmicas de Grupo, entre elas, as diversas classificações, que visam facilitar seu emprego. A classificação consiste em: Início de Tratamento; Início ou Término de Ano; Conceitos Gerais sobre Dependência Química; Motivação para Tratamento; Fissura e Prevenção da Recaída; Integração de Grupo; Auto-estima e Autoconhecimento; Solução de Problemas; Comunicação; Sexualidade e Família, aspectos atuais no processo de tratamento.
Um livro multidisciplinar, que aborda questões de grande relevância no processo do tratamento da dependência química, potencializando o campo de ação do profissional, no sentido de possibilitar o aprendizado e o manuseio de recursos técnicos e práticos para atingir um melhor resultado.

Disponível nas livrarias de todo o Brasil ou no site da Editora Roca: www.editoraroca.com.br


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OPORTUNIDADE

XXI JORNADA ALAGOANA DE SAÚDE MENTAL

I SIMPÓSIO ALAGOANO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA - ABEAD

Período: 15 a 17 de maio de 2008

Já faz parte do calendário científico a Jornada Alagoana de Saúde Mental, que este ano ocorrerá em sua 21ª edição.
Sempre abordamos assuntos de interesse de todos os profissionais de saúde mental. Em 2008, discutiremos amplamente dependência química, realizando simultaneamente com a Jornada, o I Simpósio Alagoano de Dependência Química - ABEAD.
Estão também incluídos na programação temas como Depressão, Esquizofrenia, Políticas Assertivas em Saúde Mental, Violência e suas conseqüências, Neurociências e as Diretrizes de atendimento em saúde mental. Estamos preparando com todo carinho mais esta Jornada. Queremos receber nossos convidados com a tradicional hospitalidade alagoana, e oferecer aos nossos participantes o que há de mais moderno na área de eventos em nosso estado e uma oportunidade ímpar na aquisição de conhecimentos científicos.

Suzzana Bernardes Santos e a comissão organizadora

Veja a programação completa no site da ABEAD
clique aqui



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ENTREVISTA

Psicóloga Elizabeth Carneiro explica aspectos da entrevista motivacional

O que é a técnica da entrevista motivacional?
A melhor forma de definir Entrevista Motivacional é começar a falar sobre o que ela NÃO é:
A técnica ainda gera algumas confusões de entendimento entre os especialistas por ser ainda muito recente em termos da capacitação dos profissionais.

1) Fazer entrevista motivacional não é trabalhar com os estágios de mudança. Muitos profissionais acreditam estar fazendo Entrevista Motivacional quando apenas sabem diagnosticar em que estágio de mudança e motivação esse paciente se encontra.

2) Outro aspecto que não deveria ser relacionado à técnica, é a palavra ‘entrevista’. Os próprios autores da técnica reconhecem que este não é o nome adequado para a abordagem. Na verdade, trata-se de uma abordagem psicoterápica, que pode ser escolhida entre outras abordagens reconhecidas cientificamente. Já vi profissionais dizendo que iam fazer uma Entrevista Motivacional. Isso não existe, não se trata de uma entrevista. O nome Entrevista Motivacional foi mantido pelos autores da abordagem, W.Miller e S. Rollnick, devido ao uso tão comum atualmente em várias áreas do termo ‘motivação’. Tinham medo do trabalho se perder. Então para caracterizar essa técnica tão vanguardista, tão inovadora na área da dependência química, eles resolveram preservar este nome para que as pessoas soubessem exatamente o que é oriundo dos pesquisadores originais.

Então qual é a melhor definição para esta técnica?
É uma abordagem diretiva, focal, que é utilizada intencionalmente para alcançar determinados resultados, ou seja, existem metas claras. Ela utiliza-se de conceitos advindos de Carl Rogers e o maior objetivo da técnica é aumentar a motivação para a mudança de um comportamento prejudicial e diminuir a resistência a estas mudanças.

A entrevista motivacional se constitui de mais de uma sessão?
É uma abordagem psicoterápica como outra qualquer, que se utiliza de vários recursos da psicologia como um todo. Resgata o que é eficiente para cada momento do processo. Por exemplo, ao invés de você utilizar a psicanálise ou cognitivo comportamental, usa-se a entrevista motivacional. Sem treinamento adequado, as pessoas no máximo podem ter “um estilo motivacional” que é totalmente diferente de saber o que fazer de acordo com cada fala do cliente.

Para quem é destinada a técnica?
Ela é destinada para pacientes que não querem se tratar, que não acreditam ter uma questão importante para ser mudada, ou para pacientes que se sentem numa dualidade muito grande. Vou dar um exemplo bem corriqueiro. Segunda-feira a gente diz que vai começar uma dieta, mas quarta-feira a dieta foi esquecida porque a pessoa foi a uma festa. Na segunda-feira, eu sou aquela pessoa que diz “não agüento mais ficar acima do peso, minhas roupas já não cabem mais”. Aí na quarta-feira feira, depois da festa, eu digo “ah, mas só um pouquinho, eu mereço”. Isso chama-se ambivalência, dualidade. Os usuários de substâncias psicoativas e outros transtornos do impulso com jogo e compras compulsivas com muita freqüência, sentem-se dessa forma, em estado de ambivalência. Necessitam assim de um trabalho completamente diferente daqueles que já definem uma intenção clara de mudar.

Como ajudar essas pessoas?
Antigamente, os terapeutas tinham um discurso de que só é possível ajudar quem quer. Esse é o grande diferencial da Entrevista Motivacional. A técnica veio justamente para auxiliar quem não quer e quem está em dúvida. É muito comum o paciente chegar ao consultório sob coerção, por exemplo, a mulher que leva o marido alcoólatra dizendo que se ele não se tratar, ela pedirá a separação. Mas na realidade ele não quer o tratamento, pois acha que não tem nenhum problema. Vale à pena levar alguém  sob coerção para o tratamento, desde que o paciente seja encaminhado a um profissional que saiba executar a abordagem. Mais uma vez, não basta ter o estilo.
Outras técnicas, quando aplicadas a esse tipo de paciente, tendem a aumentar mais ainda a sua resistência. Só um profissional capacitado pode aumentar a motivação dessa pessoa a aderir ao tratamento, mesmo que num processo mais lento.

Qual a importância da motivação para o tratamento da dependência química?
Eu diria que é crucial. Na realidade, a motivação é a grande virada para realizar concretamente uma mudança ou não.

Como os profissionais da área podem incentivar a adesão ao tratamento?
Eu acho que eles podem incentivar se capacitando na abordagem, se abrindo ao novo.

As pessoas que sofrem com o jogo patológico também têm dificuldade em buscar ajuda?
Quarenta por cento dos dependentes em geral acham que não tem problema nenhum. Outros 40% são os que estão em dualidade. Portanto, apenas 20% das pessoas se encontram motivadas totalmente para fazer a mudança. Seja em jogo, seja em tabaco, é uma estatística mundial. Além disso, um grande problema é o numero de recaídas e a baixa aderência. Os estudiosos descobriram o quanto é fundamental a aplicação da entrevista motivacional, justamente porque a maior parte das pessoas não está preparada para mudar.

A técnica da Entrevista Motivacional varia de acordo com o tipo de comportamento prejudicial?
Não. Na verdade, ela já é distinta na sua forma de tratar a questão. O importante é que o terapeuta possa auxiliar esse paciente a encontrar dentro de si reais motivações para mudar. Nossa função é junto com o paciente dar um sentido pessoal e particular à mudança. Os valores do paciente são resgatados, e quando percebida a dissonância interna existente, acontece o “famoso clic”. A motivação aumenta e o impulsiona para a mudança efetiva, concreta.

Como se trabalha a adesão ao tratamento na Santa Casa do Rio de Janeiro?
Sem dúvida nenhuma a nossa aderência e o número de recaídas diminuiu significativamente desde que implementamos a abordagem. Os pacientes que passam pela nossa triagem são dirigidos para grupos de acordo com o grau de motivação que se encontram. Antigamente só existia um tipo de tratamento. E quando você dá ao paciente o tratamento que ele precisa naquele momento, o prognóstico muda substancialmente

Elizabeth Carneiro
Psicóloga supervisora do Programa de Dependência Química e os outros Transtornos do Impulso do Serviço de Psiquiatria da Santa Casa do Rio de Janeiro.
Treinadora Oficial pela Universidade do Novo México em Entrevista Motivacional
Diretora da CLIF – Medicina do Comportamento


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ÚLTIMAS NOTÍCIAS

A 'Marcha da maconha' e a hipocrisia
Por Tico Santa Cruz
Há pouco tempo atrás fiz exames toxicológicos completos e fui até a Alerj desafiar nossos representantes a fazerem o mesmo. Após de ter sido barrado na porta da instituição que se diz "a casa do povo", um deputado recebeu meu manifesto e convidou-me a expor em plenário tal interesse. Tirando este senhor que se colocou a disposição, os demais não só ignoraram meu chamado como ridicularizaram minha atitude.



Ferrari decide proibir publicidade de cigarro em seus carros
É bem provável que os espectadores Fórmula 1 jamais vejam patrocínio de cigarros presentes em carros da categoria. Segundo publicação da revista Autoweek, a Ferrari optou por não renovar seu acordo com a Philip Morris, que coloca o logotipo da Marlboro nos carros vermelhos desde 1968.
No entanto, mesmo assim, a escuderia italiana vai manter em seus carros um código de barras onde deveria estar um anúncio de tabaco da empresa norte-americana.



Abuso de bebidas alcoólicas custa 125 bilhões de euros
Vários países aumentam os impostos sobre bebidas alcoólicas mas não se considera viável um aumento global. Alguns especialistas indicam que políticas como as médicas são mais caras. E ao aumento de preços costuma se seguir um maior comércio ilegal.
Quanto mais barato é o álcool, maior o consumo e mais caro vem a ser seu abuso, afirmam especialistas europeus reunidos em Barcelona. O custo atribuído aos danos causados pelo consumo excessivo de álcool representa 125 bilhões de euros por ano, segundo cálculos de 2003. A conta mais elevada é a de custos trabalhistas, que somam 59 bilhões, incluindo perdas de produtividade e anos não trabalhados por morte prematura seguida de danos causados por delitos em que interveio o álcool (33 bilhões), os custos de tratamentos de saúde (22 bilhões) e acidentes de tráfego (10 bilhões), explicou o consultor Peter Anderson.



Governo promete controle 'severo' de substâncias que fabricam cocaína
O governo do Peru prometeu hoje um controle "severo" dos insumos químicos que são utilizados na fabricação de cocaína, informou o organismo antidrogas Devida.
Rômulo Pizarro, chefe da Devida, confirmou que as empresas privadas que utilizam tais insumos químicos terão de fornecer informações para que as autoridades estabeleçam um melhor controle dessas substâncias.
Segundo as autoridades peruanas, a maior parte dos insumos químicos importados por empresas legais passam por um controle rigoroso, mas, quando vão para o comércio, caem nas mãos de organizações criminosas que produzem cocaína.



Álcool aumenta risco de câncer mama, diz estudo
Apresentada no Encontro Anual da Associação Americana para Pesquisa do Câncer, a pesquisa indica que o álcool contribui para o desenvolvimento de tumores positivos do tipo receptor de estrogênio e progesterona (ER+/PR+) – responsável por 70% dos casos de câncer de mama.
Segundo a pesquisa, o álcool pode aumentar os níveis de estrogênio, que estimulam o câncer sensível aos hormônios.



Maconha: a perigosa passeata
A anunciada passeata do dia 4 de maio no Arpoador, no Rio, em favor da liberação da maconha, constitui uma perigosa ameaça à nossa juventude. Almejando mostrar a sociedade que é possível viver num (falso) "mundo colorido", sob o pretexto da liberdade desenfreada e de enfraquecer o poder do tráfico, alguns dependentes irão propor, mais uma vez, a liberação da maconha.
"Liberar a droga significa escancarar, ainda mais, a perigosa porta de entrada para o caminho da destruição, por onde ingressarão mais e mais jovens "



Indivíduos que bebem muito diariamente têm mais problemas dentais
Através de um estudo longitudinal, Leif Jansson, do Departamento de Periodontologia de Kista-Skanstull, Suécia, investigou a associação entre o consumo de álcool e a saúde odontológica em 513 indivíduos de Estocolmo, Suécia. Segundo o artigo publicado na edição de maio do Journal of Clinical Periodontology, durante exames clínicos o autor registrou o número de dentes remanescentes, dentes restaurados, cáries e as condições periodontais (da gengiva) dos participantes. Já com exames radiográficos, ele verificou o nível de osso marginal e a perda óssea longitudinal das superfícies proximais dos dentes dos participantes.


Leitores ficam divididos sobre realização da Marcha da Maconha e legalização da droga
As críticas do prefeito Cesar Maia à realização da Marcha da Maconha, que acontece no primeiro fim de semana de maio no Arpoador, trouxeram à tona o velho debate sobre os benefícios e malefícios decorrentes da legalização da droga no país. Os quase 800 leitores comentaram a reportagem no GLOBO ONLINE sobre a reação do prefeito, até o fim da tarde da quarta-feira, se dividiram entre os que vêem a possibilidade de acabar com o tráfico de drogas com uma possível legalização e aqueles que acreditam que o consumo das drogas contribui para o aumento da criminalidade.


Consumo de álcool por adolescentes é tema de audiência
O consumo abusivo de bebidas alcoólicas por adolescentes em Campo Grande será tema de uma audiência pública promovida no Plenário da Câmara Municipal no próximo dia 30 de abril (quarta-feira).
A reunião está sendo organizada pela vereadora Maria Emília Sulzer (PMDB) – presidente da Comissão de Assistência Social – e terá como enfoque a importância cada vez maior de políticas públicas em prol de uma educação e orientação sobre os riscos do consumo exagerado de bebidas alcoólicas durante a adolescência.


Escola para dependentes químicos será implantada
Uma parceria entre o Núcleo de Apoio a Toxicômanos e Alcoólatras (Nata) e o Núcleo de Apoio às Famílias de Usuários de Drogas (NAF) resultou na vinda para Boa Vista da escola Viver Novamente, especializada no tratamento de usuários de drogas.
O projeto foi apresentado ao prefeito Iradilson Sampaio (PSB), o qual se comprometeu em disponibilizar recursos para implantar a instituição na Capital. A escola destina-se ao tratamento de usuários químicos em nível ambulatorial diurno, sendo dividido nas etapas de terapêuticas, alimentação e ocupacional.



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EVENTO

14ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde - Índia

Data: De 8 a 12 de Fevereiro de 2009

Descrição da atividade:
A 14ª Conferência Mundial Tabaco ou Saúde (World Conference Tobacco or Health) acontecerá na índia.
Após 12 anos a WCTOH será realizada num país em desenvolvimento que lida com um espectro amplo de temas relativos ao Controle do Tabaco, desde a produção até o consumo.

Para mais informações acesse a página da Conferência:
www.14wctoh.org


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