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Relatório Mundial sobre Drogas 2010 revela tendências de novas drogas e de novos mercados

 

O Relatório Mundial sobre Drogas 2010, divulgado nesta quarta-feira pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mostra que o consumo de drogas está se deslocando em direção a tendências de novas drogas e de novos mercados. O cultivo de drogas está diminuindo no Afeganistão (ópio) e nos países andinos (coca), e o consumo de drogas tem se estabilizado nos países desenvolvidos. Entretanto, há sinais de aumento no consumo de drogas nos países em desenvolvimento, além de um aumento no consumo de substâncias do tipo anfetamina (ATS, na sigla em inglês) e no abuso de medicamentos sob prescrição em todo o mundo.

Redução do cultivo de ópio e de coca
O Relatório mostra que a oferta mundial dos dois tipos de drogas mais problemáticos - opiáceos e cocaína - continua em declínio. A área global de cultivo de ópio caiu quase um quarto (23%) nos últimos dois anos, e a produção de ópio deve cair drasticamente em 2010, devido a uma praga que pode destruir até um quarto da papoula do Afeganistão. O cultivo de coca, que diminuiu 28% na última década, manteve a tendência de queda em 2009. A produção mundial de cocaína diminuiu de entre 12% e 18% no período de 2007 a 2009.

Heroína: diminuição da produção, mas poucas apreensões
O potencial global de produção de heroína caiu 13% para 657 toneladas em 2009, refletindo uma menor produção de ópio no Afeganistão e em Mianmar. A quantidade de heroína que efetivamente chega ao mercado é muito menor (cerca de 430 toneladas), uma vez que grandes quantidades de ópio estão sendo armazenadas. O UNODC estima que existam atualmente mais de 12 mil toneladas de ópio afegão estocadas - o que equivale a cerca de dois anos e meio de demanda global ilícita de opiáceos.

O mercado global de heroína, estimado em US$ 55 bilhões, está concentrado no Afeganistão (país responsável por 90% da oferta), na Rússia, no Irã e na Europa Ocidental, que, juntos, consomem metade da heroína produzida no mundo.

Embora o Afeganistão seja o maior produtor de opiáceos do mundo, o país apreende menos de 2% dessa produção. Irã e Turquia lideram os índices de apreensão, sendo responsáveis por mais da metade de toda a heroína apreendida no mundo em 2008. As taxas de interceptação em outros lugares são muito menores. Ao longo da rota do norte, os países da Ásia Central somente apreendem meros 5% das 90 toneladas de heroína que cruzam seu território em direção a Rússia. Por sua vez a Rússia, que consome 20% da produção de heroína do Afeganistão, apreende apenas 4% desse fluxo. Os números são ainda piores ao longo da rota dos Bálcãs: alguns países do Sudeste da Europa, incluindo estados membros da União Europeia, interceptam menos de 2% da heroína que atravessa seu território.

O mercado de cocaína está mudando
O Relatório Mundial sobre Drogas 2010 revela que o consumo de cocaína tem diminuído significativamente nos Estados Unidos, nos últimos anos. O valor de varejo no mercado de cocaína nos Estados Unidos diminuiu cerca de dois terços na década de 1990, e cerca de um quarto na década passada. "Um dos motivos para a violência associada às drogas no México é que os carteis estão lutando por um mercado que está diminuindo", disse o Diretor Executivo do UNODC, Antonio Maria Costa. "Essa disputa interna é benéfica para a América, pois a escassez de cocaína está resultando em menores índices de dependência, preços mais elevados e menor pureza nas doses".

De certa forma, o problema atravessou o Atlântico: na última década, o número de usuários de cocaína na Europa duplicou, passando de 2 milhões, em 1998, para 4,1 milhões em 2008. Em 2008, o mercado europeu (estimado em US$ 34 bilhões) chegou a ser quase tão valioso quanto o mercado norte-americano (US$ 37 bilhões). A mudança na demanda acarretou uma mudança nas rotas de tráfico, com uma quantidade crescente de cocaína sendo traficada dos países andinos para a Europa, via África Ocidental. Isso está causando instabilidade na região. "Pessoas que consomem cocaína na Europa estão destruindo florestas nativas dos países andinos e corrompendo governos na África Ocidental", disse Costa.

Uso de drogas sintéticas ultrapassa o de opiáceos e de cocaína somados
O número global de pessoas que usam estimulantes do tipo anfetamina (ATS), estimado em algo entre 30 a 40 milhões, em breve deverá ultrapassar o número somado de usuários de opiáceos e de cocaína. Há também evidências de um crescente abuso de medicamentos vendidos sob prescrição médica. "Não vamos resolver o problema mundial da droga se simplesmente empurrarmos o vício da cocaína e heroína para outras substâncias que causam dependência - e há quantidades infinitas dessas substâncias sendo produzidas por laboratórios clandestinos a custos baixíssimos", advertiu Costa.

O mercado das ATS é mais difícil de ser controlado porque a rota do tráfico é muito curta (a produção geralmente ocorre perto dos principais mercados de consumo), e pelo fato de que muitas das matérias-primas são legais e amplamente disponíveis. Os fabricantes são rápidos na comercialização de novos produtos (como quetamina, piperazinas, Mefedrona e Spice) e na exploração de novos mercados. "Essas novas drogas causam um problema duplo. Primeiramente, elas são produzidas num ritmo muito mais rápido do que as normas regulatórias e a lei podem acompanhar. Em segundo lugar, a comercialização dessas drogas é engenhosamente inteligente, pois são fabricadas sob encomenda, de modo a satisfazer as preferências específicas de cada situação", disse Costa.

O número de laboratórios clandestinos de ATS relatados aumentou 20% em 2008, inclusive em países onde esses laboratórios nunca antes haviam sido detectados.

A fabricação de ecstasy tem aumentado na América do Norte (principalmente no Canadá) e em várias partes da Ásia, e o consumo parece estar aumentando na Ásia. Em outra demonstração da fluidez dos mercados de drogas, o consumo de ecstasy na Europa vem caindo desde 2006.

A maconha continua sendo a droga mais popular do mundo
A maconha continua sendo a substância ilícita mais amplamente produzida e utilizada no mundo: é cultivada em quase todos os países do mundo e consumido por algo entre 130 a 190 milhões pessoas pelo menos uma vez por ano - apesar de esses parâmetros não dizer muito em termos de dependência. O fato de que o consumo de maconha esteja diminuindo em alguns de seus mercados mais valiosos, leia-se América do Norte e partes da Europa, ele representa outra indicação de mudança nos padrões do abuso de drogas.

O UNODC encontrou evidências de cultivo indoor de maconha para fins comerciais em 29 países, especialmente na Europa, na Austrália e na América do Norte. O cultivo indoor de maconha é um negócio lucrativo e que, cada vez mais, se torna uma fonte de recursos para grupos criminosos. Com base em dados recolhidos em 2009, o Afeganistão é hoje o maior produtor mundial de haxixe (assim como de ópio).

Tratamento para dependentes é insuficiente
O Relatório Mundial sobre Drogas 2010 expõe uma grave falta de serviços de tratamento para usuários de drogas em todo o mundo. "Enquanto pessoas de países ricos podem pagar pelo tratamento, pessoas pobres e/ou países pobres estão enfrentando as piores consequências à saúde", alertou o chefe do UNODC. O relatório estima que, em 2008, apenas cerca de um quinto dos usuários de drogas dependentes receberam tratamento no ano passado - o que significa cerca de 20 milhões de pessoas dependentes de drogas sem receber tratamento adequado. "Já está na hora de haver acesso universal ao tratamento para as drogas", disse Costa.

Ele considera que a saúde é a peça-chave no controle de drogas. "A dependência é um problema de saúde tratável, não uma sentença morte. Os dependentes de drogas devem ser encaminhados para tratamento, não para a prisão. E o tratamento da dependência de drogas deve fazer parte dos serviços de saúde em geral".

Ele também fez um apelo por um maior respeito pelos direitos humanos. "Só porque as pessoas usam drogas ou estão atrás das grades, isso não elimina seus direitos. Faço um apelo aos países onde as pessoas são executadas por crimes relacionados com drogas, ou pior, são mortos a tiros por grupos de extermínio, para acabar com essas práticas".

Sinais de alerta nos países em desenvolvimento
Costa destacou os perigos do uso de drogas nos países em desenvolvimento. "As forças do mercado já moldaram as dimensões assimétricas da economia da droga: os maiores consumidores de drogas (os países ricos) impuseram aos países pobres (os principais locais de abastecimento e de tráfico) os maiores danos", disse Costa. "Os países pobres não estão em condições de absorver as consequências do aumento do consumo de drogas. Os países em desenvolvimento enfrentam uma crise iminente que poderá levar milhões de pessoas para o problema da dependência de drogas".

Ele citou como exemplos o crescimento do consumo de heroína na África Oriental, o aumento do uso de cocaína na África Ocidental e na América do Sul e o aumento na produção e no abuso de drogas sintéticas no Oriente Médio e no Sudeste Asiático. "Nós não vamos resolver o problema mundial da droga deslocando o consumo dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento", disse Costa.

Tráfico de drogas e instabilidade
O Relatório Mundial sobre Drogas 2010 traz um capítulo especial sobre a influência desestabilizadora do tráfico de drogas nos países de trânsito, focando em particular no caso da cocaína. Ele mostra como o subdesenvolvimento e a fragilidade dos governos atrai o crime, ao mesmo tempo em que o crime aprofunda a instabilidade. O documento mostra como a riqueza, a violência e o poder do tráfico de drogas podem comprometer a segurança e até mesmo a soberania dos estados. A ameaça à segurança instaurada pelo tráfico de drogas esteve na pauta do Conselho de Segurança das Nações Unidas em diversas oportunidades no ano passado.

Embora a violência relacionada às drogas no México receba uma atenção considerável, o Triângulo Norte da América Central, composto por Guatemala, Honduras e El Salvador está sendo ainda mais afetado, com taxas de homicídio muito mais elevadas do que as do México. O Relatório diz que a Venezuela emergiu como um ponto importante de origem para a cocaína traficada para a Europa: entre 2006 e 2008, mais da metade de todos os carregamentos marítimos interceptados com cocaína para a Europa veio da Venezuela.

O Relatório destaca a situação de instabilidade na África Ocidental, que se tornou um centro de tráfico de cocaína. O documento observa que "traficantes conseguiram cooptar figuras importantes de algumas sociedades de regime autoritário", citando o caso recente da Guiné-Bissau.

Costa pediu mais desenvolvimento para reduzir a vulnerabilidade ao crime e para um maior esforço na aplicação da lei para lidar contra o tráfico de drogas. "Se não enfrentarmos de forma efetiva a ameaça representada pelo crime organizado, nossa sociedade será mantida como refém - e o controle de drogas ficará comprometido por reiteradas manifestações para acabar com as convenções de drogas da ONU, as quais críticos apontam como causa da criminalidade e da instabilidade. Isso irá desfazer o progresso conquistado pelo controle de drogas na última década e desencadear um desastre em termos de saúde pública", alertou. "A menos que a prevenção e o tratamento sejam levados mais a sério, o apoio da opinião pública para as convenções de drogas da ONU irá diminuir".

   

Tabaco e Gênero no Brasil: Diferentes Olhares

 

Marina Janzen Kassab, Anna Monteiro, Fernanda Castro Fernandes, Rede Feminista de Saúde/Coletivo Feminino Plural, GEMDAC – Gênero Mulher, Desenvolvimento e Ação, e Instituto Terra, Trabalho e Cidadania - ITTC

Para promover o tema saúde da mulher e trazer à tona a perspectiva de gênero no âmbito do controle do tabagismo, em março de 2009 a ACT lançou a publicação intitulada Impacto do Tabagismo na Saúde Feminina, elaborada pela médica ginecologista e obstetra Edina de Araújo Veiga, e organizou um seminário para organizações de mulheres para o lançamento de um edital para a elaboração de pesquisas ligadas ao tema tabaco e gênero.

A presente publicação reúne quatro resumos de pesquisas realizadas em diferentes áreas e estados brasileiros, que aborda desde a questão dos direitos humanos e a produção de fumo no Rio Grande do Sul, passa por jovens infratoras em São Paulo, avalia a situação de mulheres fumantes em situação de vulnerabilidade social no Piauí e reflete sobre o tema a partir da agenda dos movimentos de mulheres através das organizações que compõe a Rede Feminista de Saúde.

   

Uso de bebidas alcoólicas e outras drogas nas rodovias brasileiras

 

Flavio Pechansky; Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte; Raquel Brandini De Boni

A relação entre uso de álcool e acidentes de trânsito é bastante conhecida e já claramente estabelecida na literatura científica. Dados da OMS apontam que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas morrem no mundo em conseqüência de acidentes de trânsito. Os acidentes de trânsito com vítimas também são responsáveis por alto impacto econômico no Brasil. Um acidente com vítima custa 11 vezes mais do que um acidente sem vítimas, podendo custar 44 vezes mais se houver morte. Apesar do significativo número de acidentes de trânsito associados ao consumo de álcool na literatura internacional, poucos estudos avaliaram a prevalência desse consumo em motoristas brasileiros.

Em atenção à esta demanda, o Estudo “Impacto do uso de bebidas alcoólicas e outras substâncias no trânsito brasileiro” foi desenvolvido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (SENAD/ GSIPR), em parceria com o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (PRONASCI/MJ), o Departamento de Polícia Federal (DPF) e o Departamento de Polícia Rodoviária Federal (DPRF/MJ), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (ANVISA/MS) e o Departamento Nacional de Trânsito do Ministério das Cidades (DENATRAN/ MCIDADES) e realizado pelo Núcleo de Estudos em Pesquisa em Trânsito e Álcool do Hospital de Clínicas de Porto Alegre da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NEPTA/UFRGS).

Foram realizadas entrevistas, entre os anos de 2008 e 2009, nas rodovias federais das 27 capitais brasileiras, abrangendo motoristas de carros, motos, ônibus e caminhões – particulares e profissionais - e, na cidade de Porto Alegre no Estado do Rio Grande do Sul, abrangendo motoboys, vítimas de acidentes de trânsito, condutores de veículos frequentadores de bares e restaurantes e amostras da população de não condutores, totalizando, assim, oito mil entrevistas.

Os resultados do estudo destacam a baixa prevalência de alcoolemias positivas entre os motoristas brasileiros abordados em rodovias nas sextas-feiras e sábados - 4,8 %; estas taxas são maiores à noite nas rodovias (7,3% após as 20h vs 3,3% antes das 20h); 25% dos motoristas entrevistados referiram ter consumido cinco ou mais doses de bebidas alcóolicas (beber pesado episódico - binge drinking) entre duas e oito vezes no último mês; A associação entre acidentes e alcoolemia positiva é muito mais frequente na zona urbana da cidade de Porto Alegre quando comparada às rodovias federais; 32% das vítimas fatais de acidentes de trânsito necropsiadas apresentaram presença de álcool no sangue, com concentração nas faixas etárias jovens e mais produtivas; 51% dos motoristas abordados em bares da cidade de Porto Alegre afirmaram dirigir após consumir bebidas alcóolicas; 44% desses mesmos motoristas referiram ter adotado mudanças após a implementação da "Lei Seca"; 75% dos motoboys entrevistados em Porto Alegre tinham ao menos um diagnóstico psiquiátrico e 54% apresentavam dois diagnósticos (uso de álcool:43,6%, uso de cannabis 39,6%, uso de cocaína 32,7%, transtorno de humor 31,7%, transtornos de conduta 28,7%), prevalências mais altas do que outros estudos internacionais

   

Entrevista motivacional no cuidado da saúde - Ajudando pacientes a mudar o comportamento

 

Stephen Rollnick; William R. Miller; Christopher C. Butler

Atualmente, grande parte do tratamento de saúde envolve ajudar os pacientes a lidar com condições cujos resultados podem ser influenciados em grande medida pelo seu estilo de vida ou por uma mudança de comportamento. Escrito especificamente para profissionais da saúde, este livro conciso apresenta instrumentos poderosos para promover a comunicação com os pacientes e orientá-los a fazer escolhas para melhorar a sua saúde, desde perder peso, fazer exercícios e parar de fumar, até a adesão à medicação e sexo seguro.

“Se você é um profissional da saúde ou da saúde mental que atua em um ambiente médico, e já questionou o que pode fazer com um paciente aparentemente ‘desmotivado’, este livro é para você.”

Barent Walsh, PhD, direto-executivo, The Bridge of Central Massachusetts

   

Transtornos de Personalidade - Em Direção ao DSM-V

 

Ao considerarmos o crescimento observado no volume de publicações sobre transtornos de personalidade, podemos perceber que muitos profissionais da área têm procurado rever classificações, condições e inovações de tratamento, indicações terapêuticas e, mesmo, responsabilidade civil para dar mais atenção às necessidades clínicas dos pacientes, familiares e aos profissionais do campo.

Os organizadores de Transtornos de Personalidade em Direção ao DSM-V reuniram autoridades de comprovado reconhecimento na área para oferecer diferentes perspectivas para que o leitor possa obter a melhor avaliação de cada transtorno. O livro é uma clara exposição das controvérsias existentes na atual frágil classificação dos transtornos, que muitas vezes é elaborada sem base científica, ou sem validação de pesquisa. Um texto inovador, ousado, crítico mas prudente, acessível, maduro.

Uma ferramenta de valor para ajudar a construir as bases de um novo Manual Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), a fim de sanar as lacunas e atualizar o DSM-IV, considerado insuficiente – e, às vezes, até obsoleto – pela própria Associação Americana de Psiquiatria (APA).

   

A Mudança Cultural que Salva Vidas

 

Para comemorar os dois anos de vigência da Lei Seca, a UCT está disponibilizando para download em seu site o livro “A Mudança Cultural que Salva Vidas”. O livro é de autoria do Dr. Fernando Moreira, Médico pesquisador da FETRANSPOR.

Regulamentada em junho de 2008 com o objetivo de melhorar o quadro de ocorrências envolvendo motoristas alcoolizados, a lei 11.705 ao mesmo tempo em que se mostrou eficiente, causou polêmica. Discutir as dúvidas e comentar os debates que surgiram depois da sua regulamentação é o principal objetivo do livro, que tem 106 páginas.

O resultado final é uma compilação de dados e levantamentos feitos durante a Lei Seca, incluindo estatísticas de anos anteriores envolvendo mortos e feridos em acidentes de trânsito. O livro também esclarece alguns conceitos fundamentais sobre a ação do álcool no organismo. Dúvidas sobre o tempo em que ele é metabolizado, o modo de eliminação no organismo e a restrição do uso de medicamentos.

Para download gratuito do livro clique aqui.

   

Relatório Mundial sobre Drogas 2010 revela tendências de novas drogas e de novos mercados

 

O Relatório Mundial sobre Drogas 2010, divulgado nesta quarta-feira pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mostra que o consumo de drogas está se deslocando em direção a tendências de novas drogas e de novos mercados. O cultivo de drogas está diminuindo no Afeganistão (ópio) e nos países andinos (coca), e o consumo de drogas tem se estabilizado nos países desenvolvidos. Entretanto, há sinais de aumento no consumo de drogas nos países em desenvolvimento, além de um aumento no consumo de substâncias do tipo anfetamina (ATS, na sigla em inglês) e no abuso de medicamentos sob prescrição em todo o mundo.

   

Famílias e casais: do sintoma ao sistema

 

Este livro trabalha a parceria dos adultos na liderança da família, transformando as alianças disfuncionais e a dificuldade em resolver conflitos. A terapia estrutural familiar, base teórica e ferramenta testada e aprovada por Minuchin durante sua longa experiência como terapeuta, garante a este livro a fidedignidade necessária para as intervenções terapêuticas.

Metáforas e demonstração das interações conflituosas ao vivo nas sessões são métodos de intervenção presentes aqui. Auxiliar terapeutas a descobrir dinâmicas relacionais nas famílias e tecê-las na confecção de um processo terapêutico é o foco principal deste livro.

   

Cartilha: saúde mental e direitos humanos

 

Barros, Gustavo Machado

Indiscutivelmente, o progresso da Psiquiatria, sobretudo nas últimas décadas, propiciou tratamentos mais efetivos que, juntamente com novos pactos sociais, permitiram aproximar o indivíduo com transtorno mental da sociedade, visando a sua inclusão. Na prática clínica, frequentemente se observa que os problemas psicossociais podem desenvolver-se em consequência do quadro psicopatológico ou, em outras tantas vezes, podem constituir problemas que devem ser considerados no plano terapêutico global.

A falta de informação agrava as dificuldades enfrentadas pelas pessoas com transtornos mentais, muitas vezes resultando no conhecido e perigoso ciclo vicioso: preconceito - estigma - exclusão social. Tal situação também configura mais um obstáculo para o exercício integral dos seus direitos, pois o desconhecimento destes faz com que não sejam legitimamente reclamados e, tampouco, de fato, exercidos. Infelizmente, apesar da notória importância do assunto, a literatura disponível ainda é escassa.

Dentro deste contexto, a parceria entre duas importantes organizações, cada uma delas referência na sua área, a Associação Brasileira de Amigos, Familiares e Portadores de Esquizofrenia (ABRE) e o Centro de Direitos Humanos (CDH) produziu a recente publicação: Cartilha "Saúde mental e direitos humanos".

Estruturado em sete partes - Saúde Mental e Direitos Humanos, Saúde Mental no Direito, Sistema de Atenção em Saúde Mental, Benefícios Destinados às Pessoas com Transtorno Mental, Saúde Mental nosTribunais, Órgãos Responsáveis e Informações Úteis -, o livro apresenta um texto em linguagem clara, objetiva e acessível, além de um conteúdo abrangente e profundo que versa sobre os direitos relativos à saúde mental, dispersos em várias áreas do Direito, como civil, penal, trabalhista e previdenciário.

O formato facilita o manuseio e as consultas. Os capítulos descrevem, de modo sintético e eficaz, a evolução dos processos que culminaram nas conquistas dos direitos. Declarações, leis específicas, resoluções e jurisprudências subsidiam as informações às pessoas que não atuam exclusivamente na área jurídica. Porém, o que mais chama a atenção é a maneira objetiva e didática com que os assuntos são tratados - desde a mais simples orientação sobre isenção tarifária no transporte público ao conceito de imputabilidade penal, passando por auxílio-doença e aquisição de medicamentos, por exemplo. As respostas para estas questões eminentemente práticas são facilmente encontradas, destacando-se pela completude, o que revela a minúcia do trabalho realizado. Vale ressaltar, também, o alcance nacional da obra, uma vez que foram compiladas informações referentes a todos os Estados da União.

Tais características, consequentemente, tornam esta publicação uma referência no assunto nos dias atuais. Certamente, será útil em dúvidas de todos profissionais envolvidos na assistência psiquiátrica em quaisquer níveis de atenção, assim como familiares e amigos de pessoas com transtorno mental e, principalmente, destes em sua luta pelo direito à igualdade, à dignidade e a não discriminação, por meio do exercício da sua cidadania.

Informações sobre a Cartilha "Saúde mental e direitos humanos" estarão disponíveis eletronicamente no endereço: www.abrebrasil.org.br

   

Conceitualização de casos colaborativa

 

Kuyken, Willem, Padesky, Christine A., Dudley, Robert

A conceitualização está entre os aspectos mais desafiadores da terapia cognitivo-comportamental. Este livro inovador descreve uma abordagem simples e atual que padroniza o processo de conceitualização, incorpora os pontos fortes do paciente, o envolve no tratamento e promove sua participação ativa. Os autores são terapeutas renomados e inovadores na terapia cognitivo-comportamental, oferecem ferramentas para engajar os pacientes e tomar decisões durante o tratamento, mesmo em situações clínicas complexas.

De maneira acessível, este livro traz o processo de conceitualização para a prática com exemplos claros e amostras de diálogos. Passo a passo, os autores mostram como colaborar com os pacientes para que desenvolvam e testem conceitualizações que clarifiquem tanto os pontos fortes quanto os problemas a serem superados.

Trabalhar como uma equipe possibilita que terapeuta e paciente identifiquem objetivos que tenham sentido para ambos, alcançando-os de forma eficaz.

   

Aconselhamento em Dependência Química - 2ª Edição

 

Figlie, Neliana Buzi, Bordin, Selma, Laranjeira, Ronaldo

O livro Aconselhamento em Dependência Química – Segunda Edição foi desenvolvido de acordo com a prática ligada à evidência de que qualquer profissional de saúde pode ser treinado a intervir e alterar a trajetória no uso de substâncias em pessoas envolvidas com essa problemática de saúde mental que buscam ajuda nessa área. Seu objetivo é responder à necessidade de instruir profissionais de saúde no aconselhamento de -dependentes químicos e seus familiares. A publicação desta segunda edição – que, com linguagem simples e acessível, oferece uma gama de ferramentas teórico-práticas para ampliar os recursos técnicos utilizados para diagnósticos e tratamento, bem como abordagens específicas no universo do uso de substâncias psicoativas e dependência química – garante a todos os profissionais.

   

A prática da terapia cognitivo-comportamental baseada em mindfulness e aceitação

 

De forma acessível e prática, este livro traz orientações para a integração da prática de aceitação e mindfulness à terapia cognitivo-comportamental. Os autores combinam elementos da terapia de aceitação e comprometimento, da terapia cognitiva e da prevenção de recaída baseadas em mindfulness, assim como da terapia dialética do comportamento. Demonstram como conduzir uma avaliação, desenvolver uma formulação de caso e planejar um tratamento flexível para cada paciente. Exemplos de caso e transcrições ilustram todo o processo da terapia, mostrando como o tratamento pode ser adaptado para diferentes problemas ou preocupações. O livro inclui ainda diversos formulários de exercícios para serem utilizados na prática clínica.

   

Família e Dependência Química: Uma Experiência de Prevenção com Crianças e Adolescentes no Jardim &Acir

 

Neliana Buzi Figlie, Elizabete Milagres e Jaime Crowe

Nossa intenção é dividir com os interessados a experiência de 7 anos de existência do serviço CUIDA (Centro Utilitário de Intervenção e Apoio aos Filhos de Dependentes de Álcool e outras Drogas).

Este livro procura trazer informações sobre crianças e adolescentes que acabam sendo a vítima indireta do consumo de álcool e outras drogas, mas que sofre diretamente as conseqüências deste envolvimento, uma vez que não tiveram o livre arbítrio para dizer “sim” ou “não” frente às conseqüências geradas pela dependência química na família. Temos histórias felizes e muito tristes para compartilhar, mas o mais importante é pensar que temos algo a fazer no âmbito da saúde, cujo custo benefício é surpreendente, não só no sentido das vidas que são literalmente salvas, mas como diminuição de morbidade e mortalidade, bem como diminuição da violência física, doméstica e psicológica.

O livro é dividido em 9 capítulos, sendo que os quatro iniciais fornecem um panorama geral do publico alvo e a estrutura de funcionamento do CUIDA. Os capítulos restantes retratam em detalhes a proposta de trabalho desenvolvida. Por fim, contamos com uma seção com todos os anexos dos serviço, que fornecem uma idéia clara da rotina admnistrativa, bem como algumas entrevistas com alguns dos assistidos no CUIDA.

Índice:
1º capítulo – CUIDA: Lições Aprendidas em Sete anos de Experiência

2º capítulo – Comunidade e a Rede Social na Prevenção do Uso de Substâncias

3º capítulo - A realidade das Crianças e Adolescentes que convivem com a Dependência Química no Jardim Ângela

4º capítulo – Historias de Vida

5º capítulo –Intervenção com as crianças

6º capítulo –Intervenção com os adolescentes

7º capítulo – Intervenção com familiares

8º capítulo –Transtornos Psiquiátricos em Familiares e Filhos de Dependentes Químicos

9º capítulo –Quadros Clínicos em Crianças e Adolescentes que convivem com a Dependência Química

Anexos: Anamnese; Plano de tratamento; Termo de compromisso para a participação em oficinas; Termo de compromisso para tratamento; Encaminhamento; Inscrição Inicial; Registro de Presença Diário; Sugestões de pautas; Recontrato de tratamento; Comunicado de Desligamento; Inscrição: Oficina de Informática; Campanha de Natal; Logotipo; Folder ; Autorização; Identificação do Cuidador

   

RPG Desafios

 

O RPG DESAFIOS é um jogo terapêutico fundamentado na Terapia Cognitivo-Comportamental que tem como objetivo treinar habilidades para enfrentar as situações de risco que o adolescente encontra para o uso de substâncias psicoativas. Além disto, pretende corrigir crenças distorcidas relacionadas ao efeito das drogas, demonstrando que seu uso não é uma saída mágica para resolver os problemas. É útil na prevenção/ tratamento do uso de substâncias, podendo ser utilizado por terapeutas, pedagogos, pais ou por adolescentes que querem se divertir.

Para mais informações, clique aqui.

   

Qualidade de vida na infância e na adolescência

 

Francisco B. Assumpção Jr., Evelyn Kuczynski & Cols.

O que é qualidade de vida? Como pode ser mensurada? Como é percebida por crianças e adolescentes, bem como por seus familiares e cuidadores? Essas são apenas algumas das questões discutidas neste livro que traz um panorama do trabalho de destacados profissionais brasileiros que se dedicam ao estudo da qualidade de vida na infância e na adolescência.

Mais informações aqui.

   

Adolescência e errância

 

O termo "adolescência" vem do latim adulescens ou adolescens – particípio passado do verbo adolescere, que significa crescer. No entanto, o conceito de adolescência enquanto um período particular da vida de um indivíduo, situado entre a infância e a vida adulta, é recente na história da humanidade. De acordo com a psicanalista Luciana Gageiro Coutinho, professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF) e autora do livro Adolescência e errância – destinos do laço social no contemporâneo (editora Nau, 2009), contemplado pelo programa Apoio à Editoração da FAPERJ (APQ3), o conceito de adolescência só foi criado pela cultura ocidental no final do século XIX, motivado pela ética individualista romântica.

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Avaliação Neuropsicológica

 

Leandro F. Malloy-Diniz, Daniel Fuentes, Paulo Mattos, Neander Abreu & Cols.

Ano: 2010 – Editora: Artmed

"Avaliação Neuropsicológica" contempla os diferentes aspectos que devem ser considerados na avaliação neuropsicológica, a começar da história de emprego da psicometria, passando pelos diferentes domínios de investigação, pelas etapas do desenvolvimento, da infância à velhice, além de abordar as contribuições da avaliação para as mais diversas áreas e apresentar alguns instrumentos que estão sendo adaptados e/ou desenvolvidos no contexto brasileiro."Avaliação Neuropsicológica" contempla os diferentes aspectos que devem ser considerados na avaliação neuropsicológica, a começar da história de emprego da psicometria, passando pelos diferentes domínios de investigação, pelas etapas do desenvolvimento, da infância à velhice, além de abordar as contribuições da avaliação para as mais diversas áreas e apresentar alguns instrumentos que estão sendo adaptados e/ou desenvolvidos no contexto brasileiro.

   

Estratégias da medicina preventiva

 

Geoffrey Rose, com comentários de Kay-Tee Khaw e Michael Marmot
Editora: Artmed

Geoffrey Rose, com comentários de Kay-Tee Khaw e Michael Marmot - Este livro reflete o trabalho pioneiro de Geoffrey Rose, que influenciou e impulsionou o desenvolvimento da prática clínica preventiva e das políticas públicas de saúde. Esta edição comentada reúne ao texto clássico de Rose os comentários de Kay-Tee Khaw e Michael Marmot, que acrescentam suas próprias perspectivas sobre a importância das ideias do autor para a medicina atual, trazendo novos exemplos de como essa teoria pode ser aplicada.

Outras informações no site da editora

   

Medicina centrada na pessoa - Transformando o método clínico

 

Autores: Moira Stewart & Cols.
Editora: Artmed
Páginas: 376


Este livro apresenta, de forma clara e abrangente, o modelo de medicina centrada na pessoa, que tem por base a consideração da perspectiva daquele que procura atendimento – suas expectativas, medos, ideias e perdas funcionais – e a importância de sua participação para o sucesso do manejo clínico.

   

Tratamentos farmacológicos para dependência química - Da evidência científica à prática clínica

 

Autores: Alessandra Diehl, Daniel Cruz Cordeiro, Ronaldo Laranjeira & Cols.
Editora: Artmed
Páginas: 396


Lidar com o crescente número de artigos científicos e encontrar respostas efetivas à demanda de atualização, mantendo um conhecimento sólido, flexível e dinâmico é um dos principais desafios enfrentados por quem atende pacientes com dependência química. Neste livro abrangente, destacados autores brasileiros sistematizam os dados mais atuais sobre o tema, fornecendo subsídios clínicos e científicos que auxiliam o leitor a aprimorar sua capacidade de tomar decisões em relação à farmacoterapia adequada às diferentes dependências químicas.

   

Diretrizes Gerais Para o Tratamento da Dependência Química (ABEAD)

 

Autoras: Analice Gigliotti e Angela Guimarães
Editora : RUBIO LTDA
Páginas : 276


Todos os segmentos sociais experimentam a mesma rápida aproximação com a realidade dos transtornos relacionados com o uso de substâncias psicoativas.

A repercussão se faz notar nas notícias sobre acidentes de trânsito, criminalidade, analfabetismo, desemprego, doenças de todos os tipos, desordens familiares, transtornos escolares e outras.Diretrizes Gerais para Tratamento da Dependência Química é uma síntese do conhecimento científico atual.

Nele estão contempladas as diretrizes farmacológicas e as psicoterápicas para o tratamento da dependência de substâncias lícitas e ilícitas.

Na comemoração dos 30 anos de existência da ABEAD, estamos oferecendo ao público técnico e aos demais interessados esta obra, resultado do trabalho e da experiência de todos aqueles que se dedicam ao tema.

ADQUIRA AQUI

   

Manual Sobre Tabagismo (Inca e ACTBR)

 

Dia 29 de Agosto é o Dia Nacional de Combate ao Fumo.
Leia na íntegra o Manual da Campanha Elaborado pelo INCA e ACTBR, com todas as informações sobre fumo passivo e implantação de ambiente livres de fumo.

Clique aqui

   

Cristal na Veia

 

Cristal na veia é um relato emocionante em primeira pessoa sobre o mundo das drogas. Nic Sheff conta tudo sobre sua relação com as drogas, o auge do vício, suas violentas recaídas e a necessidade de tratamento.

O autor não poupa detalhes, conta seus frequentes encontros com a lei, as várias tentativas de tratamento e as vezes em que quase morreu. Um relato vivo, um desabafo atormentado e junto a tudo isso uma enorme esperança de viver.

   

Tratando a Dependência de Álcool

 

Nesta segunda edição revisada e ampliada, o livro apresenta um programa de treinamento de habilidades de enfrentamento em várias sessões, apresentado de forma simples e direta, que provou ser eficaz no tratamento de dependentes do álcool.

O volume traz tudo o que é necessário para implementar o programa, inclusive uma justificativa teórica e empírica clara, diretrizes passo a passo das sessões e indicadores clínicos úteis, além de mais de 40 fichas para o cliente, instrumentos para avaliação e formulários para terapeutas, todos reproduzíveis.

As sessões focalizam o desenvolvimento de ­habilidades-chave, inter e intrapessoais, para ajudar os participantes a aprenderem estratégias ­positivas para enfrentar as exigências do dia a dia e resistir à necessidade de beber. Totalmente atualizado a fim de refletir as idéias atuais e as evidências científicas sobre a mudança do comportamento dependente, os protocolos na segunda edição foram reorganizados e aprimorados para maior aplicabilidade nos ambientes de gerenciamento clínico dos dias de hoje.

Dois capítulos totalmente novos trazem diretrizes para conduzir o tratamento de exposição aos estímulos e abordar as questões envolvidas na comorbidade, com especial atenção à dependência do tabaco.

   

Relatório da 52ª Sessão Regular da Comissão de Narcótivos da ONU

 

A Comissão de Narcóticos das Nações Unidas (CND, na sigla em inglês) divulgou o relatório de sua 52ª sessão regular, que ocorreu em março de 2009, em Viena. Entre as resoluções definidas na reunião estão a cooperação internacional para combater o envolvimento de mulheres e meninas no tráfico de drogas, o fortalecimento de medidas contra a lavagem de dinheiro proveniente do narcotráfico e de crimes relacionados, o reforço na cooperação internacional entre os países da América Latina, do Caribe e da África Ocidental no combate ao tráfico e o apoio aos programas regionais do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime.

O relatório completo da 52ª sessão está disponível AQUI, nos seis idiomas oficias das Nações Unidas: árabe, chinês, espanhol, francês, inglês e russo.

A 53ª sessão regular está prevista para março de 2010. Até o fim deste ano, subcomissões reúnem-se por regiões. O próximo encontro será na Venezuela, de 28 de setembro a 2 de outubro, para discutir os problemas relacionados ao tráfico de drogas na América Latina e no Caribe.

   

Prevenção de Recaída - Estratégias de manutenção no tratamento de comportamentos adictivos

 

Fundamentado em pesquisa e ilustrado com inúmeras vinhetas clínicas, Prevenção de recaída apresenta maneiras inovadoras para ajudar as pessoas a manterem a abstinência e os difíceis objetivos do tratamento de redução do dano – mesmo em situações de alto risco. Com extensa revisão dos capítulos sobre álcool, fumo e transtornos alimentares, esta edição apresenta novos capítulos sobre estimulantes, opióides, cannabis, club drugs, jogo patológico, comportamentos sexuais de risco e de transgressão sexual e questões etnoculturais na prevenção da recaída.

Este livro apresenta conceitos e ferramentas essenciais para todos os profissionais que trabalham nesta área desafiadora, incluindo psicólogos clínicos, assistentes sociais, psiquiatras e conselheiros de dependências químicas, e profissionais de saúde afins. Os estudantes e residentes nestes campos vão considerá-lo um texto extremamente informativo.

LEIA AQUI um trecho da obra

   

Relatório Mundial sobre Drogas 2009 - ONU

 

O Relatório Mundial sobre Drogas 2009, lançado hoje pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mostra que o mercado global de cocaína, opiáceos (ópio, morfina e heroína) e de maconha está estável ou em declínio, enquanto a produção e o uso de drogas sintéticas estão em crescimento nos países em desenvolvimento.

Saiba mais aqui

   

Diário de Uma Internação

 

O Blog Sobredrogas da Globo.com passa a publicar o diário da internação de um paciente internado em uma clínica para dependentes químicos localizada em alguma cidade do Brasil.

Veja aqui

   

Drogas: sua liberdade por um fio

 

O OBJETIVO deste livreto é esclarecer sobre um assunto muito atual e cercado de polêmica: AS DROGAS.

Somente conhecendo mais sobre elas é que poderemos formar nossa própria OPINIÃO e decidir sobre nossos caminhos, buscando realmente o que é MELHOR para nós!


CLIQUE AQUI para ler o livro na íntegra (PDF)

   

“Advertências Sanitárias nas Embalagens dos Produtos de Tabaco” - Manual de Orientações

 

A inclusão de advertências sanitárias nos produtos derivados do tabaco, especialmente quando acompanhadas de imagens, é reconhecida como uma medida essencial no controle do tabaco.

No Brasil, tal medida tem tido uma evolução importante nos últimos anos: começou com uma pequena e discreta frase na lateral das embalagens e hoje evolui para mensagens acompanhadas de imagens fortes, com layout diferenciado, ocupando 100% da face principal das embalagens de cigarros.

Clique aqui para acessar o manual

   

Revista Anônimos (edição nº 7)

 

Há um ano começavam a circular os primeiros exemplares da Revista Anônimos.

O objetivo era levar a mensagem, realizar o 12º passo. Mas, nossas expectativas foram além. Conseguimos reunir muitos adeptos de nosso trabalho, entre leitores, profissionais de saúde, representantes de importantes entidades, religiosos, pessoas públicas e anônimos. Todos envolvidos e encantados pela mesma causa.

Mais detalhes dessa trajetória, você encontra na edição nº 7 da Revista Anônimos, a edição de aniversário, que traz um ilustre convidado, Dr. Ronaldo Laranjeira. Em entrevista exclusiva, o consagrado especialista quebra tabus e quebra paradigmas sobre internação involuntária, índices de recuperação, remédios prescritos e grupos de ajuda.

Laranjeira conta ainda os detalhes de sua mais nova conquista: a coordenação da Clínica Pública para Tratamento de Adultos Dependentes de Álcool e Drogas, de São Paulo.

A edição traz também uma reportagem especial sobre Narcóticos Anônimos, com a valiosa contribuição de representantes da irmandade.

Na seção co-dependência, uma abordagem sobre a difícil e necessária prática do desligamento emocional, e em tratamento, a importância das práticas esportivas para a recuperação e prevenção. Ainda sobre prevenção, um retrato da adolescência como alerta aos pais e, na seção Quem Faz, o esplêndido trabalho realizado pelo PROERD nas escolas de todo o país.
E mais: depoimentos verídicos e reflexões sobre os 12 passos.

   

Cannabis e saúde mental - uma revisão sobre a droga de abuso e o medicamento

 

Antônio Waldo Zuardi, José Alexandre de Souza Crippa, Francisco Silveira Guimarães et al. Ribeirão Preto: FUNPEC-Editora; 2008.

Comprar pelo TEL (16) 3620-1251 ou diretamente no site www.funpecrp.com.br/loja

O livro Cannabis e Saúde Mental foi escrito por autores pós-graduados na área de Psiquiatria, Neurologia e Farmacologia, especialistas na temática vinculada às substâncias psicoativas e à dependência química, sendo alguns deles renomados investigadores e professores de universidades, o que corrobora a seriedade com que o assunto é abordado. Como o próprio subtítulo aponta, eles revisam desde aspectos históricos do uso da maconha até as mais recentes descobertas científicas relacionadas a ela. Perpassam por temas costumeiramente polêmicos, como o uso medicamentoso dessa droga, porém sem emitir opiniões pessoais, fazendo um relato não preconceituoso e metodologicamente crítico sobre as evidências atualmente disponíveis.

O primeiro capítulo descreve os primórdios do uso da cannabis pelas civilizações asiáticas, enfatizando a busca por seus efeitos medicinais e no psiquismo, passando pela sua posterior difusão para o ocidente e o preocupante aumento do consumo com finalidade hedonística nas últimas décadas.

Em seguida, o leitor encontra um detalhado estudo da farmacologia da maconha, incluindo os tipos de canabinóides e outras substâncias contidas nessa droga. O tópico sobre a interação medicamentosa torna-se especialmente importante para médicos e psiquiatras que lidam com pacientes usuários. Da mesma forma, o conhecimento dos efeitos da cannabis sobre o sistema nervoso também tem extrema utilidade para os demais profissionais da saúde. Para explicar de forma mais didática o impacto da maconha sobre a noção do tempo, por exemplo, os autores citam Baudeleaire: "...a noite inteira era mensurável pela profusão dos meus pensamentos... Ainda que ela tenha me parecido longa, tive a impressão de que havia durado apenas alguns segundos". E explicam que esses efeitos variam de acordo com cada indivíduo, experiência prévia e setting no qual a droga é utilizada. Ressaltam também que a recente descoberta dos receptores canabinóides auxiliou a compreender o complexo papel dos endocanabinóides e da droga no organismo humano, facilitando o desenvolvimento de agonistas e antagonistas com fins terapêuticos.

Outros capítulos não menos relevantes destacam os efeitos neurofisiológicos e cognitivos da maconha. Além disso, são mencionadas as técnicas de neuroimagem estruturais e funcionais utilizadas para avaliar os usuários, clareando-se a existência dos inúmeros danos causados pelo uso crônico dessa droga. Danos esses que podem também repercutir diretamente na psicopatologia. Por isso, em seqüência, os autores tecem considerações, por meio da apresentação de estudos epidemiológicos, prospectivos e com populações de alto risco, sobre a associação do uso de maconha com alguns transtornos mentais, como os de ansiedade, humor e psicóticos, inclusive adentrando na antiga discussão sobre ela causar ou não esquizofrenia.

Um capítulo particularmente interessante é o que discorre sobre o canabidiol, substância também contida na mesma planta em grandes quantidades, mas pouco conhecida dos psiquiatras. Seus efeitos são atípicos (hipnótico, anticonvulsivante, neuroprotetor) e diferenciados daqueles desencadeados pelo THC (tetrahidrocannabinol). Os autores ainda analisam as potenciais aplicações terapêuticas dessa substância nos transtornos ansiosos e psicóticos.

Finalmente, o livro enfoca, nos últimos capítulos, a questão do diagnóstico psiquiátrico e traz os avanços e perspectivas para o tratamento farmacológico do uso de cannabis, além de algumas psicoterapias utilizadas para dependentes químicos. Entretanto, não tem objetivo de contemplar as políticas preventivas ou de se aprofundar na descrição das estratégias de tratamento e outras técnicas psicoterápicas específicas para a abordagem dos pacientes usuários da maconha, algumas já bem descritas na literatura americana. Também não amplia a discussão da problemática familiar e de outras repercussões sociais e culturais do uso dessa droga no Brasil.

Mas isso não diminui o seu mérito. Há muito tempo era necessária uma publicação de alto nível para um tema tão controverso, muitas vezes exposto na mídia de forma incorreta. O conteúdo nele inserido certamente elucidará inúmeras dúvidas do público leigo e mesmo de profissionais da saúde. Apesar de ser um texto eminentemente técnico, propicia uma fácil e agradável leitura, trazendo contribuições originais sobre esse assunto à literatura brasileira.

Felix Kessler - Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre (RS), Brasil

   

Drogas e cultura: novas perspectivas

 

Autores:
Beatriz Caiuby Labate
Sandra Goulart
Maurício Fiore
Edward MacRae
Henrique Carneiro

Editora: EDUFBA
Páginas: 440

O consumo de substâncias psicoativas é fenômeno recorrente e disseminado em diversas sociedades humanas, entretanto os modos pelos quais essa existência e esses usos são concebidos e vivenciados variam histórica e culturalmente. Foi pensando nisso que o livro Drogas e cultura: novas perspectivas foi criado. A obra expressa a valorização do papel das ciências humanas na reflexão sobre o tema drogas e, paralelamente, procura relacionar esta análise a um extenso conjunto de discussões. Revela que o tema deve ser abordado através de uma perspectiva multidisciplinar considerando não só seus aspectos farmacológicos e psicológicos mas, também, socioculturais.

   

Guia para Implementar Programas de Treinamento Familiar para a Prevenção do Uso de Drogas

 

A família tem o potencial de ser a mais poderosa força protetora das vidas de crianças e jovens. Relacionamentos saudáveis em família podem até prevenir que crianças e adolescentes se tornem usuários de drogas, criminosos ou adotem comportamentos sexuais de risco.

Sob este pretexto, o UNODC desenvolveu o "Guia para Implementar Programas de Treinamento Familiar para a Prevenção do Uso de Drogas", com o objetivo de auxiliar àqueles que estão tentando estabelecer intervenções efetivas de prevenção para jovens e famílias. Descrições de programas de treinamento familiar, baseados em evidências, serão publicadas ainda este ano.

Apoiar os pais a cuidarem melhor de seus filhos se mostrou uma estratégia eficaz para prevenir o uso de drogas e uma série de comportamentos problemáticos e erráticos. Famílias em que há laços seguros e saudáveis entre pais e filhos, supervisão dos pais e disciplina efetiva, e um ambiente familiar organizado e coesivo ajudam a proteger as crianças do uso de drogas e contribuem para aumentar a capacidade dos jovens de superar dificuldades e conseguirem obter resultados positivos na vida.

Ao contrário, famílias com relacionamento indiferente entre pais e filhos e um ambiente familiar caótico aumentam o risco de crianças e jovens entrarem para o mundo das drogas ou adotarem algum comportamento de risco.

Uma comparação da eficácia de programas de treinamento de relacionamento familiar indicou que os mesmos são quatro vezes mais eficientes no combate às drogas, do que abordagens educacionais com enfoque em jovens estudantes. Outros resultados positivos incluem o estreitamento da relação da criança com a escola e melhor performance acadêmica, redução da depressão e agressão entre as crianças, aumento da interação social das crianças e de comportamentos pró-sociais, além de ajudar a diminuir os níveis de conflito familiar.

Em termos de custo, esses programas geraram, no longo prazo, economia de aproximadamente US$ 10 para cada dólar gasto com a implementação dos projetos.

Os programas de aprimoramento dos relacionamentos familiares são baseados em métodos interativos e práticos para produzir mudanças comportamentais duradouras na relação entre pais e filhos. As iniciativas oferecem sessões de treinamento paralelas para adultos e crianças (ou adolescentes) e, no final de cada encontro, a família é novamente reunida para que sejam colocadas em prática as habilidades desenvolvidas como grupo.

O UNODC está desenvolvendo um projeto global para adaptar, implementar e avaliar a eficácia dos programas de relacionamento familiar em países de baixa e média renda.

Leia aqui o guia na íntegra (em inglês)

   

A reinvenção do uso da Ayahuasca nos centros urbanos

 

Autora: Beatriz Caiuby Labate
Editora: Mercado das Letras/Fapesp
Número de páginas: 535


Desde sua origem, o fenômeno das religiões ayahuasqueiras brasileiras aponta para um forte aspecto de trânsito inter-cultural, com fluxos migratórios constantes conduzindo a fusões de tradições nordestinas com o universo amazônico, quando crenças e práticas de populações indígenas eram retraduzidas criativamente por diversos e novos tipos de povos da floresta, dos seringueiros aos ecologistas modernos.

O trabalho de Bia Labate vêm reforçar este fato, mostrando que as possibilidades inventivas de uso da ayahuasca são extensas e se marcam pela dissolução de fronteiras entre indígena e branco, rural e urbano, floresta e cidade, tradição e modernidade ou antigo e “neo”. Bia nos conta como na prática dos neo-ayahuasqueiros urbanos esses domínios se interpenetram, relatando casos onde arte, terapia, intervenção política, lúdico, mágico, religioso... se mesclam através do uso da ayahuasca, bebida que parece operar aqui como um mediador ou comunicador de perspectivas, percepções, experiências e sensações diversas. O Cipó, Daime ou Vegetal permite a tradução e ressignificação de diferentes práticas culturais e do ponto de vista do “outro”. É isso que A Reinvenção do Uso da Ayahuasca nos Centros Urbanos deixa transparecer, destacando assim o direito à alteridade, princípio elementar da antropologia.

Ao apontar para as novas modalidades de uso da ayahuasca, a autora acaba por questionar os monopólios de legitimidade, pondo em xeque a prioridade de determinados tipos de uso sobre outros, ou de privilégios de grupos, culturas e sujeitos sobre o consumo dessa substância. Ela analisa como estes novos usos, apesar de sua originalidade, se inserem dentro de um “campo ayahuasqueiro brasileiro”, acionando muitos de seus elementos e expressando a sua lógica. A autora nos faz notar que a diversidade de práticas do campo ayahuasqueiro não implica em desordem, mas ao contrário, manifesta formas de controle próprias a este universo religioso. Assim, através do trabalho de Bia percebemos que o “ritual” e o “religioso” podem assumir inúmeras faces e formas, envolvendo um processo dinâmico de transformação ou, noutras palavras, de invenção e reinvenção. Ao mesmo tempo em que faz uma crítica lúcida à intolerância religiosa, o livro dialoga implicitamente com os pressupostos da política contra a proibição das drogas, indicando que os controles culturais e informais de usos de psicoativos tendem a ser mais eficazes do que controles externos, pautados apenas em normatizações estatais e jurídicas.

   

Uso de Drogas: Controvérsias médicas e Debate Público

 

Autor: Maurício Fiore
Editora: Mercado de Letras
Páginas: 136


Tendo como pressuposto que a questão das “drogas” foi, desde sua instituição nas sociedades contemporâneas, erigida sob um estatuto medicalizado, este trabalho buscou analisar o debate público atual sobre o tema, por meio de um de seus componentes fundamentais: os discursos médicos. O objeto de análise, além de uma observação geral sobre a abordagem do tema na mídia, foi um conjunto de falas e textos de médicos que ocupam cargos de direção em instituições relacionadas ao uso de “drogas” e vinculadas a duas das maiores escolas de medicina de São Paulo. Com base em alguns recortes temáticos que explicitam as principais controvérsias encontradas – como a abrangência do termo “drogas”, a conformação de uma patologia, as suas origens biológicas e as formas de classificação do prazer proporcionado pelo uso –, são analisadas algumas das grandes questões da medicina no mundo contemporâneo, como a preservação da vida e o controle dos riscos. Além disso, tomando como linha de corte uma nova forma de abordagem ao uso de “drogas” – a Redução de Danos –, são discutidas, por fim, as principais divergências que opõem os médicos pesquisados, como as diferentes ênfases nos efeitos fisiológicos das substâncias e os limites da noção de liberdade individual.

SOBRE O AUTOR

Maurício Fiore é bacharel em ciências sociais e mestre em antropologia social pela Univer-sidade de São Paulo (USP). Atualmente é doutorando em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Também é pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) e do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP). Há quase uma década dedica-se ao estudo do fenômeno do consumo de substâncias psicoativas, desde o debate científico até seus desdobramentos sociais.

   

Tabagismo e Saúde Feminina

 

Autora: Edina de Araújo Veiga Lion (consultora da ACT)
Editora: Aliança de Controle do Tabagismo
Páginas: 12


A Aliança de Controle do Tabagismo - ACT - aproveita o Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, para lançar um novo material em seu website, intitulado Tabagismo e Saúde Feminina, e faz um alerta sobre este assunto.

Evidências científicas têm demonstrado que as mulheres são tão ou mais suscetíveis que os homens aos malefícios do fumo, tanto nos aspectos de saúde geral (cardiovascular e pulmonar, por exemplo), quanto nas peculiaridades próprias do sexo, como a gestação, a menopausa, o uso de pílulas anticoncepcionais, os cânceres de colo uterino e mama, entre outros.


Confira aqui o documento na íntegra (PDF)

   

Aprendendo a terapia cognitivo-comportamental

 

Autor(a): Jesse H. Wright , Monica R. Basco, Michael E. Thase
Editora: Artmed
Páginas: 224


Esta é uma excelente introdução para a aplicação da terapia cognitiva aos problemas emocionais. O texto claro e as ilustrações guiam o leitor através da formulação de caso e de todas as estratégias e habilidades necessárias para se tornar um terapeuta cognitivo competente. Os vídeos que acompanham o livro ilustram as características-chave da TCC. Assim, o terapeuta pode aprender a terapia cognitiva lendo, vendo e fazendo.
Aaron T. Beck, MD

Todos aqueles interessados em aprender, de forma eficiente, como se aplica a Terapia Cognitivo-Comportamental no tratamento de transtornos emocionais têm agora um recurso único e valioso.

   

Relatório 2008 - Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (ONU)

 

No dia 19 de fevereiro, foi lançado o Relatório de 2008 da Junta Internacional de Fiscalização de Entorpecentes (JIFE), com os dados mais recentes sobre a produção, tráfico e consumo de drogas no mundo.
Na América do Sul, o Relatório destaca a Colômbia, que continua sendo o maior produtor de coca e registrou aumento de 27% na plantação ilícita da droga, segundo números do UNODC. Está no país 55% da área total de plantação ilegal da droga na América do Sul, 29% pertencem ao Peru e 16% à Bolívia. O Relatório informa ainda que a droga mais utilizada na Argentina, Bolívia, Peru, Equador e Uruguai é o cannabis.

O Relatório anual da JIFE, que será lançado em Viena, ainda enfatiza as ameaças criadas pela internet e remédios com prescrição médica, a relação entre segurança e drogas no Afeganistão e o caso da África Ocidental, que se tornou a maior rota do tráfico de cocaína para a Europa.

No documento, a Junta alerta também sobre os novos canais de distribuição de efedrina e pseudoefedrina, os químicos usados na produção de estimulantes do tipo anfetamina, como a metanfetamina, anfetamina e o ecstasy.

O press kit e o Relatório encontram-se disponíveis - sob estrito embargo até as 08h00 de 19 de fevereiro (horário de Brasília) - em inglês, espanhol ou francês. Os interessados em receber uma cópia devem contatar o UNIC Rio de Janeiro ou o UNODC.

Leia aqui o artigo na íntegra

   

A Clínica do Possível - Tratando de dependentes de drogas na periferia de São Paulo

 

Autor: Sérgio Alves Lima
Editora: Casa do Psicólogo
Páginas:
170

Duas qualidades são fundamentais para um texto acadêmico: clareza de propósitos e simplicidade na abordagem do tema. A clareza de propósitos permite ao leitor conhecer os pressupostos do autor; a simplicidade da abordagem, avaliar o grau de realização dos objetivos visados.

O livro de Sérgio Lima possui as duas. O propósito de Sérgio é explícito: relembrar à psiquiatria e às diversas psicologias seus compromissos com os valores humanos fundamentais, isto é, liberdade, igualdade, fraternidade e direito à felicidade criadora.

Quanto à simplicidade no trato do tema, o trabalho dá sobejas mostras da honestidade e competência intelectuais do autor. Ao se falar de "drogas", "dependência química" ou "drogadição", corremos todos os risco de moralizar uma questão que surge, justamente, para denunciar os aleijões da moralidade dominante. Os saberes psicológico-psiquiátricos não escapam da ameaça. Utilizar noções como "drogado", "viciado", "dependente químico" etc, pode significar, apenas, manuseio de convenções descritivas para exposição de idéias. Mas pode, igualmente, representar uma ilustração dos preconceitos culturais das teorias ou das práticas de assistência médico-psicológico-psiquiátricas.

Sérgio, a partir disso, pergunta por que escorregamos tão facilmente nessa armadilha. A sugestão é simples: tomamos a questão do uso de drogas pelo viés ideológico da sociedade de consumo. Que viés é esse? É o da ocultação das condições de produção do "consumo compulsivo de drogas!" Em outros termos, confundimos "uso de drogas" como "compulsão para se drogar" e utilizamos a indistinção de modo a deixar intocada a ideologia que dá origem ao hábito compulsivo.

   

O Papel da Mídia na Promoção e na Redução do Uso do Tabaco

 

A mídia, em suas mais diversas apresentações e possibilidades, representa, ao mesmo tempo, entrave e parte da solução para o maior problema de saúde pública a ser enfrentado neste início do século XXI, o TABAGISMO.

O Instituto Nacional do Câncer dos Estados Unidos publicou um trabalho importantíssimo sobre este tema: O Papel da Mídia na Promoção e na Redução do Uso do Tabaco. É uma obra extensa, de 684 páginas, mas que merece fazer parte da biblioteca virtual daqueles que zelam pelo controle do tabagismo no mundo.

Saiba mais sobre a publicação e confira o arquivo original (em inglês) clicando aqui.

   

Álcool, Outras Drogas & Informação

 

Autor: Gilda Pulcherio, Carla Bicca e Fernando Amarante Silva
Editora: Casa do Psicólogo
Páginas: 307


Enfatiza os aspectos mais atuais das dependências químicas, com uma linguagem clara e acessível a profissionais da área, pessoas interessadas, outros profissionais, pais, educadores.

A obra é especialmente indicada a profissionais e mesmo a leigos, como grupos de auto-ajuda, que lidam com esse grave problema.

   

Álcool e Drogas - Uma Visão Fenômeno-estrutural

 

Autor: Guilherme Messas
Editora: Casa Do Psicólogo
Páginas: 158


Aprendemos muitos sobre a Dependência Química nos últimos 40 anos. No entanto, a área de psicopatologia não acompanhou todo esse avanço; permanecemos sem uma compreensão psicopatológica do adoecer psíquico que ocorre com o uso de substâncias.

O livro do Prof. Dr. Guilherme Messas é uma grande contribuição nessa área. Desenvolve uma metodologia acerca de como a fenomenologia estrutural pode compreender toda a variedade do histórico das modificações produzidas na mente pelas intoxicações continuadas.

Oferece um método, uma forma, uma estrutura para melhor observar esse fenômeno complexo. Mesmo para o não-iniciado em fenomenologia, esse método fica claro. Essa clareza é um componente essencial, uma característica do próprio método. A fenomenologia tem como objetivo primordial a investigação da psicopatologia tal e qual vivida pelo paciente. Seu procedimento é a análise, por via empática, das estruturas da vivência de cada paciente.

Por esse motivo, sem deixar de lado a complexidade da experiência de cada indivíduo acometido por problemas com substâncias químicas, permite uma visão global e esclarecedora. Os casos clínicos expostos neste livro dão o testemunho dessa rica variabilidade de modos com que as substâncias obstruem uma vida.

   

Prática Psicoterápica Eficaz dos Problemas com Álcool e Drogas

 

Autores: Arnold M. Washton & Joan E. Zweben
Editora: Artmed
Páginas: 350
Ano: 2009


Enfatizando a centralidade da relacão terapêutica, Prática psicoterápica eficaz dos problemas com álcool e drogas mostra como: conduzir avaliações precisas do uso de álcool e drogas; engajar os pacientes “onde eles estão” e intensificar a motivação para a mudança; desenvolver um plano de tratamento individualizado; trabalhar em direção a objetivos aceitos mutuamente de abstinência ou redução de danos; abordar os problemas emocionais e psiquiátricos coexistentes; reduzir os riscos de recaída e administrar os reveses; abordar os assuntos psicodinâmicos centrais ligados aos transtornos relacionados ao uso de substâncias.

Guia prático de valor inestimável, este livro é leitura obrigatória de profissionais de qualquer orientação ou disciplina teórica, incluindo psicólogos, assistentes sociais, psiquiatras, conselheiros, terapeutas de família e enfermeiros, assim como alunos com estudos avançados nessas áreas. Os especialistas no tratamento do uso de substâncias também encontrarão uma fonte exclusiva de informações.

   

Nutrição Clínica - Alcoolismo

 

Autores: Cláudia dos Santos Cople Rodrigues & Nelzir Trindade Reis
Editora: Rubio
Páginas: 336


Neste livro é abordado os principais aspectos relacionados ao alcoolismo, em especial a interação do álcool com os nutrientes, do álcool com os fármacos e as alterações patológicas oriundas do seu consumo.

Também é apresentado alguns casos clínicos, frutos da experiência das autoras, onde fica demonstrada a importância da nutrição clínica dinâmica na recuperação do paciente.

   

Revista Radis (Dez/2008)

 

A revista Radis do mês de dezembro traz a retrospectiva da sétima edição do Congresso de Epidemiologia (Epi2008), em Porto Alegre (RS). Com o tema Saúde Coletiva no mundo globalizado: Rompendo barreiras sociais, econômicas e políticas, o evento reuniu diversos profissionais da área de saúde pública de 20 a 24 de setembro.

O documentarista Michael Moore, em texto traduzido pela editora Marinilda Carvalho, é o colunista da seção "Pós-tudo", onde festeja a chegada de Barack Obama ao poder.

Clique aqui para ler a revista na íntegra

   

Terapia Familiar no Brasil na Última Década

 

Autora: Rosa Maria S. Macedo
Editora: Roca

Este livro é uma excelente amostragem do atual estado da arte da Terapia Familiar no Brasil. Ele apresenta, com muita propriedade, o que se está produzindo na área não só do ponto de vista teórico, mas principalmente do fazer terapêutico. Reflete nesses relatos a diversidade de modelos, de situações trabalhadas, tratando de aspectos polêmicos, enfim expondo toda a riqueza que a diferença assumida com responsabilidade e base conceitual proporciona.

Oferece um leque de opções para o terapeuta iniciante poder conhecer a complexidade e a variedade do campo da Terapia Familiar, servindo como um excelente guia no caminho de sua formação.

Para os terapeutas veteranos, oferece a oportunidade de apreciar um panorama significativo das tendências da área para orientar suas buscas, pesquisas, na direção de um crescimento e inovação contínuos da Terapia Familiar de acordo com as mudanças que ocorrem na família em conseqüência da evolução da sociedade em que se insere.

Trata-se, portanto, de uma valiosa contribuição para todos os interessados na Terapia Familiar.

   

Cessação do tabagismo

 

A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia lançou as novas Diretrizes para cessação do tabagismo – 2008.
Estas diretrizes constituem uma ferramenta atualizada e abrangente para auxiliar o profissional de saúde na abordagem do tabagista, recomendando atitudes baseadas em evidências clínicas como a melhor forma de conduzir cada caso. De forma reduzida e mais objetiva possível, o texto final foi agrupado em dois grandes itens: Avaliação e Tratamento. Os dois itens apresentam comentários e níveis de recomendação das referências utilizadas, bem como algumas propostas de abordagem, como, por exemplo, redução de danos, em situações específicas ainda pouco exploradas, como recaídas, tabagismo passivo, tabagismo na categoria médica.

Clique aqui e baixe o arquivo na íntegra

   

DROGAS.SEM

 

Autoras: Analice Gigliotti, Elizabeth Carneiro e Gisele Aleluia
Editora: Best Seller


O que fazer quando você descobre que seu filho é usuário de maconha ou que sua melhor amiga é dependente de remédios para emagrecer? Como lidar com o funcionário da empresa em que você trabalha que se viciou em cocaína? Qual é a atitude correta diante de um usuário de drogas que não quer ajuda? É possível levá-lo ao tratamento?

É muito comum que o sentimento de impotência e de culpa imobilize a família e as pessoas mais próximas do dependente. No entanto, é com ações efetivas e determinação que se ajuda alguém a abandonar a dependência química e retomar o controle de sua vida e de suas emoções.

Em Drogas.sem, Analice Gigliotti, Elizabeth Carneiro e Gisele Aleluia apresentam tudo o que você precisa saber sobre as drogas e seus efeitos, e mostram como auxiliar um usuário em recuperação. As autoras também expõem opções de tratamento, as possíveis dificuldades enfrentadas pelos envolvidos e as formas de evitar que este problema atinja a sua família. Drogas.sem une o profundo conhecimento técnico das autoras a histórias reais emocionantes. É nesse ponto que a obra transcende sua função de esclarecer questões que ainda representam um tabu social ao abordar dilemas com tamanha sensibilidade e ética.

   

Crianças e Adolescentes Vulneráveis - O atendimento interdisciplinar nos centros de atenção psicossocial

 

Autores: Maria Lucrécia Scherer Zavaschi e Colaboradores
Editora: Artmed


“Crianças e adolescentes vulneráveis apresenta aspectos esquecidos e negligenciados pelo modelo dominante de atendimento médico, uma vez que estuda as crianças vulneráveis e abandonadas; os atendimentos multidisciplinares, esquecidos e pouco privilegiados; e os centros de atendimento multidisciplinar, escassos e pouco estruturados sob o ponto de vista teórico. Isso tudo sem esquecer o modelo biomédico tão em voga neste momento.”

Prof. Dr. Francisco B. Assumpção Jr.
Professor livre docente na Faculdade de Medicina da USP
Professor associado no Instituto de Psicologia da USP

“Crianças e adolescentes vulneráveis é uma obra que documenta com precisão os elementos essenciais do intenso trabalho multidisciplinar que precisa ser desenvolvido para que crianças e adolescentes com quadros mentais graves e suas famílias possam ter esperanças de uma trajetória de vida menos comprometida. Leitura obrigatória para todos que lidam com crianças com importantes vulnerabilidades.”

Prof. Dr. Luis Augusto Rohde
Professor de Psiquiatria da Infância e Adolescência da UFRGS
Professor do curso de Pós-Graduação em Psiquiatria da USP

   

Protegendo-nos da Interferência da Indústria do Tabaco

 

Este é o título do guia publicado pela Corporate Accountability International, que está disponível em nosso site. O documento mostra como a indústria do tabaco interfere nas políticas públicas e como os governos devem agir para evitar esta interferência.

Leia na íntegra clicando aqui

   

Amphetamines and Ecstasy

 

A "Avaliação Global 2008 de Anfetaminas, Metanfetaminas e de Ecstasy", lançada em Bangkok, na Tailândia, revela que o uso das drogas sintéticas, em termos anuais, é superior ao da cocaína e da heroína juntas. Com mercado mundial de cerca de US$ 65 bilhões, as drogas sintéticas se tornaram altamente atraentes financeiramente. Com pouco investimento inicial, grandes quantidades de anfetaminas podem ser produzidas - praticamente em qualquer lugar. Tradicionalmente, grupos do crime organizado participavam do comércio ilícito, mas agora se envolvem em toda a cadeia de suprimentos: o tráfico de precursores químicos, a produção final e o tráfico doméstico e internacional de drogas sintéticas. Da produção artesanal, o mercado das anfetaminas tem se tornado mais sofisticado, com dimensões globais e liderado por grupos do crime organizado.

Novos dados mostram aumento do uso de anfetaminas e ecstasy também na América do Sul. A produção, tradicionalmente concentrada na Europa, principalmente Holanda e Bélgica, também começa a mudar para os mercados emergentes. No continente americano, a fiscalização mais acirrada na América do Norte pode transferir parte da produção de drogas sintéticas para o sul. O México já registra aumento de laboratórios clandestinos. Segundo autoridades da Bélgica, países como México, Brasil e África do Sul vêm se destacando como importantes países de destino de anfetaminas por via aérea.

Novas tendências
Depois de um aumento considerável no consumo mundial no fim dos anos 1990, o uso de drogas sintéticas na América do Norte, Europa e Oceania vem se estabilizando e até diminuindo. Mas o problema se deslocou para novos mercados ao longo dos últimos anos.
A Ásia - com população gigantesca e aumento constante de riqueza - lidera a demanda mundial por drogas sintéticas. Em 2006, quase a metade dos países asiáticos relatou um aumento no uso de metanfetaminas. No mesmo ano, só na Arábia Saudita, foram apreendidas mais de 12 toneladas de anfetaminas (principalmente na forma conhecida como Captagon), o que corresponde a 25% de toda a apreensão global de anfetaminas (um aumento surpreendente comparado a 1% de apreensão mundial registrada em 2000-2001). Em 2007, o volume apreendido foi de quase 14 toneladas. Na África do Sul, o número de laboratórios de produção de metanfetamina cresceu significativamente ao longo dos últimos cinco anos, assim como o consumo interno.

Novas formas de drogas sintéticas também começam a surgir. É o caso da metanfetamina cristalina ( crytal meth). Com alto grau de pureza, a droga encontrada principalmente em países do sudeste asiático. "Além dos riscos à saúde, comuns a todas as drogas sintéticas, a crystal meth também é usada de forma injetável, com alto potencial de propagar o HIV", explica o especialista do UNODC, Jeremy Douglas.

América Latina e Caribe
Os países da América Latina e Caribe tradicionalmente vêm concentrando esforços no controle da cocaína, enquanto a produção, tráfico e consumo de anfetaminas não têm sido percebidos como grande ameaça pelos governos. Historicamente, o uso de anfetaminas nas sub-regiões está ligado a prescrições indevidas e ao desvio para uso ilícito de estimulantes fabricados de forma lícita. Novos dados indicam que a produção ilegal de anfetaminas pode estar se intensificando na região. Muitos países sequer estão cientes do problema, diante de relatos oficiais incompletos ou insuficientes e da falta consciência sobre a rapidez em que os mercados de anfetaminas podem surgir. A falta de infra-estrutura técnica para investigação também enfraquece a forma como os governos enfrentam o problema.

Países da região relatam aumento de desvio do estimulante pseudoefedrina. Em 2001 só haviam sido relatados dois casos de contrabando da substância na América Latina e no Caribe. Em 2006, o número de países que relataram contrabando subiu para 10. Autoridades da Argentina e da Costa Rica também informaram aumento nas apreensões de precursores de anfetaminas, sendo muitos deles fórmulas farmacêuticas (antigripais e descongestionantes) desviadas para uso ilícito. No Peru, o número de casos de precursores químicos e de tráfico de drogas sintéticas em 2007 fornece indicações indiretas de produção de anfetaminas no país.

Ecstasy
Relatórios recentes indicam que o tráfico de ecstasy e derivados está aumentando na América Latina e Caribe. Autoridades mexicanas acreditam que as substâncias estão sendo transportadas da Europa para outros países da região usando a América Central como corredor. Autoridades da Costa Rica manifestam preocupação com o aumento do tráfico de ecstasy, cuja apreensão aumentou de 557 pílulas em 2001 para 19 mil pílulas em 2007. Também há alertas sobre carregamentos transnacionais de ecstasy. Autoridades do Equador indicam que o território vem sendo usado como corredor para os Estados Unidos. Muitas vezes o ecstasy vindo da Holanda é trocado na América do Sul por outras drogas, como a cocaína, que segue rumo à Europa.

Pesquisas domiciliares no Peru mostram aumento do uso de ecstasy em festas "rave" e aumento nos serviços de entrega por telefone e via Internet. Especialistas dos países sul-americanos que responderam aos relatórios do UNODC manifestaram preocupação com o uso de anfetaminas na Argentina, República Dominicana, El Salvador, Guatemala e Peru. Houve aumento da percepção de uso de ecstasy na Argentina, Chile, El Salvador, Guatemala, e Peru.

A preocupação com o aumento no uso de anfetaminas também se deve ao fato de que o maior público consumidor é formado por jovens. Na Colômbia, a prevalência anual (uso pelo menos uma vez ao ano) entre estudantes do ensino médio foi de 3,5% (em 2005), enquanto a prevalência anual da população entre 15-64 anos ficou em 0,5%. No Brasil, pesquisas realizadas em 2004-2005 mostraram que 3,4% dos estudantes do ensino médio usaram estimulantes do grupo anfetamínico pelo menos uma vez ao ano.

Autor: Escritório de Drogas e Crime (ONU)
Ano: 2008


Clique aqui para ler o relatório completo (em inglês)

   

Ambientes de Trabalho Livres de Fumo (manual)

 

Este documento traduzido pela ACT é um projeto da Global Smokefree Partnership (Parceria Global para Ambientes Livres do Fumo), uma iniciativa formada em 2005 para promover a política de ambiente livre de fumo em todo o mundo. Os parceiros incluem mais de 500 organizações e indivíduos, em mais de 60 países, e é administrada pela American Cancer Society e pela Framework Convention Alliance. O manual aborda as principais estratégias para tornar um ambiente de trabalho livre de fumo e como implementá-las, monitorá-las e avaliá-las, além de trazer casos de sucesso de empresas que aderiram a política de ambiente livre de fumo.

Clique aqui e baixe o manual na íntegra

   

Vivendo Num Ambiente Sem Poluição

 

Autora: Ana Cecília Petta Roselli Marques
Editora: Moderna


Experimentar o cigarro de tabaco é um dos comportamentos de risco mais temidos hoje pelos profissionais de saúde, pois a nicotina contida no cigarro, é uma substância com grande e rápida capacidade de desenvolver dependência. No Brasil, a experimentação do cigarro é acompanhada com a da bebida alcoólica, drogas ilegais para menores de 18 anos.

As duas drogas podem ser obtidas por um preço muito baixo, o acesso a elas não é controlado e a cultura vigente, extremamente permissiva, reforça o consumo. Para muitos jovens, fumar é o passaporte para a maioridade, outros, entretanto, são mais amadurecidos e acreditam nos malefícios que podem acontecer com o uso do tabaco para quem fuma e para quem é fumante passivo também.

A dependência é uma doença crônica e recorrente e, portanto, é melhor prevenir do que remediar. A leitura do livro traz a dialética do uso e da prevenção, da informação e do preconceito. Aos pais e professores cabe informar e esclarecer os fatos para que os próprios alunos formem sua opinião e tomem sua decisão, assim que prontos para isto. Cabe a eles além de deixar clara a idéia de que os jovens devem evitar o primeiro cigarro, manter a monitorização afetiva é imprescindível.

   

Advertências Sanitárias nos Produtos de Tabaco - 2009

 

Ministério da Saúde e Inca divulgam histórico das advertências sanitárias brasileiras e informações sobre as imagens lançadas no último Dia Mundial Sem Tabaco.

Clique aqui e leia o documento completo.

   

Livro analisa os 20 anos do Sistema Único de Saúde

 

 

Fundação Oswaldo Cruz editou a obra “Estado, sociedade e formação profissional em saúde: contradições e desafios em 20 anos de SUS”



O Sistema Único de Saúde (SUS) está completando duas décadas de inscrição na Constituição brasileira, período que é destacado no livro Estado, sociedade e formação profissional em saúde: contradições e desafios em 20 anos de SUS.



O lançamento será feito no último dia do seminário “Estado, sociedade e formação profissional em saúde”, que será promovido de 9 a 11 de setembro pela Escola Politécnica de Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).



Segundo a Fiocruz, a obra “busca atualizar as discussões sobre as relações entre Estado, políticas sociais e saúde, levantando questões que perpassam temas como democracia, participação social e gestão da saúde no Brasil contemporâneo. A discussão se organiza em torno das tensões existentes entre o que foi o projeto do SUS e o contexto social e político no qual ele está inserido”.



O livro reúne texto de Emir Sader, Sonia Fleury, Jairnilson Paim, Ligia Bahia, Sergio Lessa, Virginia Fontes, Nelson dos Santos, Ruben Mattos, Lúcia Neves e Isabel Brasil, que apontam contradições e desafios que estão postos para aqueles que trabalham por um SUS universal e democrático e por uma educação profissional em saúde de caráter emancipatório.



A obra é voltada a educadores, cientistas sociais e profissionais de saúde, entre outros.



Mais informações: (21) 3885-1658

Fonte: Agência FAPESP

 

   

Cannabis e Saúde Mental: Uma Revisão Sobre a Droga de Abuso e o Medicamento

 

Autores: Antonio Waldo Zuardi, José Alexandre de S. Crippa, Francisco Silveira Guimarães e colaboradores
Editora: FUNPEC - 2008

O livro aborda os aspectos históricos relacionados ao uso médico da cannabis e suas interações com o contexto em que ocorreu. Analisa a farmacocinética da droga, incluindo absorção, distribuição, metabolismo, excreção, interação com outras drogas e discute as principais descobertas e dúvidas relacionadas aos receptores canabinóides e às substâncias endógenas que se ligam a esses receptores no cérebro. A última parte do livro discute o uso da cannabis como droga de abuso, revendo sua epidemiologia e os problemas e tratamentos desse uso.

Comprar pelo TEL (16) 3620-1251 ou diretamente no site www.funpecrp.com.br/loja

   

Dependência Química - Novos Modelos de Tratamento

 

Laranjeira, Ronaldo; Andrade, Arthur G.; Focchi, Guilherme R. de Azevedo e Leite, Marcos da Costa

Tratamento Psicológico do Usuário de Maconha e seus Familiares: um Manual para Terapeutas é uma obra de grande utilidade que apresenta um modelo de tratamento específico para o usuário da maconha e seus familiares.

A obra é fundamentada nos mais recentes conhecimentos científicos sobre as conseqüências do abuso de maconha e nas experiências pessoais das autoras na aplicação de modelos de tratamento. Aborda conceitos atualizados sobre entrevista motivacional, modelos de prevenção da recaída e de treinamento de habilidades sociais, terapia cognitivo-comportamental e dependência de substâncias psicoativas, além de dados importantes a respeito da maconha, seus efeitos, mitos e verdades.

O modelo de tratamento descrito nesta obra segue uma abordagem breve, com foco específico, a partir de sessões estruturadas descritas em detalhes, podendo ser adotado para tratamento individual e em grupo.

Inclui materiais teóricos e questionários usados no tratamento, alguns a serem entregues aos participantes, e um manual de orientação de como as técnicas apresentadas podem ser adaptadas ao ambiente escolar e aplicadas na prevenção do uso de substâncias na comunidade.

   

AIDS e psiquiatria: um guia para os profissionais de saúde

 

André Malbergier

Este livro vem preencher uma lacuna importante no estudo da AIDS. Vários artigos e livros abordam o tratamento desta doença, mas poucos se debruçaram sobre as questões psicológicas e psiquiátricas relacionadas a esta doença. O paciente com AIDS demanda um atendimento humanista, no qual a atenção aos seus aspectos emocionais é fundamental, interferindo inclusive na aderência do paciente ao tratamento e na evolução de sua doença. É necessário que o profissional de saúde que tenha contato com pacientes com AIDS esteja atento e sensível às questões psicológicas envolvidas na doença para promover um tratamento completo e humano para seu paciente. O livro aborda, de forma objetiva e clara, o processo envolvido na invasão do Sistema Nervoso Central pelo vírus da AIDS, a relação entre o uso de drogas e a AIDS, os transtornos psiquiátricos e as reações psicológicas mais comuns tais como a depressão, a ansiedade, o suicídio e o quadro demencial e apresenta um estudo sobre as atitudes, preconceitos e dificuldade dos médicos diante do paciente com AIDS. O conteúdo deste livro é resultado da experiência do autor no tratamento de transtornos psicológicos e psiquiátricos em pacientes infectados pelo HIV no Núcleo de Extensão ao Atendimento de Pacientes HIV/AIDS da Divisão de Clínicas de Moléstia Infectocontagiosas e Parasitárias do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Casa da AIDS). Trata-se de uma obra indispensável para todos os profissionais que trabalham ou que estejam, de alguma forma, relacionados com esta importante área da Medicina.

   

World Drug Report

 

O World Drug Report apresenta a mais completa situação atual sobre a questão da droga ilícita.  Esta edição dá sinais de um processo de longo prazo de contenção do problema global. No entanto, a tendência global mascara contrastantes regionais, que o relatório analisa em por menores. Por exemplo, enquanto percebe-se uma impressionante redução do cultivo da papoula do ópio  no Sudeste Asiático, no Afeganistão registrou um grande aumento em 2006. Mais intercepções de cocaína e heroína  em todo o mundo têm desempenhado um papel importante na estabilização do mercado. No entanto, à medida que se testemunham sucessos em algumas áreas, os desafios aparecem em outras. Embora os níveis de toxicodependência estejam se estabilizando a nível mundial,  países que representam grandes e novas rotas de tráfico, tais como a África, podem deparar-se com níveis crescentes de consumo de drogas. The World Drug Report 2007 também discute um possível método para acompanhar e avaliar melhor o papel desempenhado pelo crime organizado no tráfico de droga transnacional.

» Baixe aqui versoes em espanhol inglês e francês

   

Alcoologia: o Alcoolismo na Perspectiva da Saúde Pública

 

Autor: José Mauro Brás
Editora: Med Book

Estudos nacionais e internacionais têm demonstrado a ocorrência significativa de mortes e doenças associadas ao uso indevido de álcool. Relatos de violência doméstica, lesões corporais, tentativas e homicídios consumados, entre outros, são cada vez mais evidentes em contextos nos quais o álcool está presente. A Organização Mundial de Saúde já reconhece o alcoolismo como a terceira causa de morbidade e mortalidade no mudo.
Inserida nessa realidade, esta segunda edição de ALCOOLOGIA – O Alcoolismo na Perspectiva da Saúde Pública foi atualizada e renovada. Foram incluídos novos capítulos, como Acidentes de trânsito, Ambientes de trabalho, Síndrome Alcoólica Fetal, Emergências médicas e questões voltadas para a população jovem. A meta da obra é contribuir no enfrentamento dessas questões, sendo uma referência para profissionais da área de saúde e afins, que se dedicam a minimizar as perdas e dados relacionados ao uso, abuso e dependência do álcool.

   

Manual clínico dos transtornos do controle dos impulsos

 

Autores: Cristiano Nabuco de Abreu, Hermano Tavares, Táki Athanássios Cordás e colaboradores - 224 páginas - Artmed Editora - 2008.

O livro aborda de forma completa e didática, acessível a pacientes e seus familiares diversos transtornos como cleptomania, tricotilomania, jogo patológico, compulsão sexual, compras compulsivas, dependência de internet, transtornos alimentares, automutilação e amor patológico.

   

Boas Práticas no Tratamento do Uso e Dependência de Substâncias

 

Organizadores: Cordeiro, Daniel Cruz, Figlie, Neliana Buzi, Laranjeira e Ronaldo

É inegável que o uso de substâncias atinge a todos, independentemente de sexo, raça ou classe social: Morbidade e Mortalidade; Internações Hospitalares; Violência; Acidentes, entre outros. Trata-se de uma questão de saúde pública com conseqüências na vida familiar, social, profissional e na saúde de adultos, adolescentes e crianças. Este livro visa instrumentalizar os profissionais no sentido de aprimorar as habilidades diagnósticas e clínicas dentro do universo do tratamento do consumo de álcool, maconha e cocaína, de modo a viabilizar as lições aprendidas através da experiência teórica e prática de seus autores, desde avaliação clínica, tratamento e conduta farmacológica, psiquiátrica e psicológica, com apresentação de casos clínicos e abordagens psicossocias.

Clique aqui e veja o sumário e colaboradores do livro

   

Dependência, compulsão e impulsividade

 

Organizado por Analice Gigliotti e Angela Guimaraes

As dependências, as compulsões e os transtornos de impulso, sob a ótica do diagnóstico, tratamento e prevenção, compõem a temática deste livro, que conta com a contribuição de alguns dos melhores profissionais do Brasil e do mundo nas áreas de Psiquiatria, Neurologia, Epidemiologia, Clínica Médica, Psicologia, Psicanálise, Enfermagem, Prevenção e Segurança Pública.

No cenário contemporâneo temos visto confirmada a necessidade de dedicar cuidadosa atenção ao tema, dada a alta prevalência de  pessoas que preenchem critérios para diagnóstico de dependência química consideradas as drogas lícitas e ilícitas, jogo patológico, sexo compulsivo, compras compulsivas e transtornos da compulsão alimentar periódica, acompanhadas ou não por comorbidades.

Este é um livro completo e único da espécie no Brasil, que pode ser aproveitado tanto por estudantes quanto por profissionais das áreas de saúde, educação e direito. Também supre a necesidade das famílias e do público leigo interessado, tão ávidos por informações.

Este Livro foi indicado para o Premio Jabuti

Ed. Rubio
1ª edição / 2007
243 páginas
ISBN: 8587600899
Ref.3-559

   

Epidemiologia da Saúde Mental no Brasil

 

Marcelo Feijó de Mello, Andrea de Abreu Feijó de Mello e Robert Kohn

Escrito por profissionais renomados nos seus respectivos campos de atuação e fornecendo informações atuais e relevantes para o leitor, este livro preenche a lacuna de dados sobre a epidemiologia da saúde mental no Brasil. Trata-se de valioso guia para o planejamento de estratégias de prevenção e criação de assistência qualificada em saúde mental dentro da realidade brasileira.  Diversos temas são abordados no livro, como: reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil, os serviços de saúde mental no Brasil, estudos populacionais sobre saúde mental de crianças e adolescentes brasileiros, adultos e idosos e a utilização dos serviços por estas populações. A obra trata também da epidemiologia das tentativas de suicídio e dos suicídios, além dos avanços e desafios da pesquisa em saúde mental na América Latina.

   

Neuropsicologia: teoria e prática

 

Daniel Fuentes, Leandro F. Malloy-Diniz, Candida H. Pires Camargo, Ramon Moreira Cosenza e cols.
2008. Artmed editora

Nos dias de hoje, a Neuropsicologia figura entre as principais disciplinas das Neurociências, consistindo em um importante recurso clínico e fonte de conhecimentos sobre as bases neurobiológicas do comportamento e da cognição. No Brasil, a Neuropsicologia teve um grande desenvolvimento e difusão nos últimos anos e tornou-se uma realidade tanto do ponto de vista clínico quanto da prática de pesquisa. Este livro lançado em 2008, fornece uma introdução atualizada aos principais conceitos teóricos e metodológicos da área, possibilitando ao leitor conhecer as aplicações desta disciplina ao diagnóstico e tratamento de vários transtornos neurológicos e psiquiátricos. Descreve a evolução da Neuropsicologia no cenário brasileiro, com contribuições de pesquisadores de alguns dos mais importantes centros de pesquisa e atendimento de diferentes Universidades e Hospitais do Brasil e do exterior com capitulo especifico sobre a neuropsicologia do jogo patológico.

   

Panorama Atual de Drogas e Dependências

 

Lançado durante o XXIII Congresso Brasileiro de Psiquiatria ocorrido em outubro em Minas Gerais e promovido pela Associação Brasileira de Psiquiatria, o livro "Panorama Atual de Drogas e Dependências" apresenta um completo e atualizado painel das Drogas e Dependências em nossos dias e aborda com profundidade os multifacetados aspectos a eles relacionados: sociológicos; culturais; farmacológicos; farmacocinéticos; terapêuticos; psicodinãmicos, álém de conduzir o leitor ao "estado da arte" do conhecimento contemporâneo sobre este instigante e complexo fenômeno de nossos tempos. Os editores Dartiu Xavier e Fernanda Moreira captaram com sensibilidade e precisão a ampla gama de tópicos com a qual os profissionais de várias disciplinas lidam no seu dia-a-dia.
Editora Atheneu, 2006. Nas livrarias e no site http://www.atheneu.com.br/

   

Alcoolismo no trabalho

 

Magda Vaissman
Rio de Janeiro: Editora Fiocruz

A ingestão excessiva de álcool é a terceira causa de mortes no mundo, atrás somente do câncer e das doenças cardíacas. Por isso o alcoolismo é hoje considerado um grave problema de saúde pública. No livro Alcoolismo no trabalho, publicado pela Editora Fiocruz, Magda Vaissman faz um mosaico dos trabalhos publicados sobre o alcoolismo pelos maiores especialistas mundiais no tema. A autora enumera os problemas que a doença pode acarretar no ambiente de trabalho e analisa os métodos assistenciais empregados no seu tratamento.

No Brasil, o alcoolismo é o terceiro motivo para faltas e a causa mais freqüente de acidentes no trabalho. Segundo a Associação dos Estudos do Álcool e Outras Drogas, de 3 a 10% da população brasileira fazem uso abusivo do álcool. A doença é a oitava causa de concessões de auxílio-doença e os problemas direta ou indiretamente relacionados ao uso da substância consomem de 0,5% a 4,2% do PIB.

   

Adolescência e drogas

 

Quais são as principais drogas? Como reconhecer um jovem que utiliza drogas? Como combatê-las? Os organizadores desta obra reuniram os maiores especialistas na área e com um corte interdisciplinar (saúde, direito, marketing entre outras) apresentam as respostas para essas e outras perguntas.

A obra pode ser encontrada nas melhores livrarias do país ou diretamente com a Editora Contexto no site www.editoracontexto.com.br
e-mail: contexto@editoracontexto.com.br
Telefone: 11 – 3832.5838.

   

Pare de fumar para sempre

 

Quem sempre desejou parar de fumar tem agora um ótimo aliado. O livro foi escrito por um dos grandes especialistas na área e traz um manual de orientação para quem deseja realmente largar a dependência do tabaco. Escrito em linguagem simples e acessível, descreve os problemas mais comuns do fumo e indica os caminhos para enfrentar a dependência. O leitor também encontrará, dentro do programa proposto pelo autor, tabelas e questionários para avaliação de seu progresso.

Escrito por Martin Raw, professor visitante da Unifesp, Phd em psicologia pela Universidade de Oxford, na Inglaterra.

Disponível nas melhores livrarias do país ou no site da Publifolha, http://www2.uol.com.br/publifolha

   

Dinâmicas de Grupo

 

Autores: Neliana Buzi Figlie, Denise Getúlio de Melo e Roberta Payá

Absolutamente inovador na literatura nacional acerca do tratamento psicoterápico em grupo na clínica da dependência química, o manual Dinâmicas de Grupo, embasado nas teorias da Prevenção da Recaída e da Entrevista Motivacional, traz atividades práticas que podem ser aplicadas por profissionais da área.

No campo da Saúde Mental, o tratamento da Dependência Química representa um grande desafio pela sua abrangência. Trata-se de uma "síndrome" que atinge diversas dimensões: social, profissional, biológica, emocional, entre outras.

O trabalho grupal, neste campo, revela-se como uma modalidade reconhecida e, a partir disso, a utilidade deste livro para os profissionais que trabalham com grupo no tratamento da dependência química é de suma importância. Parte I - Referencial Teórico; Parte II Aplicação e Procedimentos das Dinâmicas de Grupo, entre elas, as diversas classificações, que visam facilitar seu emprego. A classificação consiste em: Início de Tratamento; Início ou Término de Ano; Conceitos Gerais sobre Dependência Química; Motivação para Tratamento; Fissura e Prevenção da Recaída; Integração de Grupo; Auto-estima e Autoconhecimento; Solução de Problemas; Comunicação; Sexualidade e Família, aspectos atuais no processo de tratamento.

Um livro multidisciplinar, que aborda questões de grande relevância no processo do tratamento da dependência química, potencializando o campo de ação do profissional, no sentido de possibilitar o aprendizado e o manuseio de recursos técnicos e práticos para atingir um melhor resultado.

Disponível nas livrarias de todo o Brasil ou no site da Editora Roca: www.editoraroca.com.br

   

Dependência Química

 

Os Autores deste livro, especialistas em dependência química, observaram uma lacuna na literatura nacional sobre o tema. Nasceu, então, Aconselhamento em Dependência Química, trazendo conhecimento científico e abordagens diversas de tratamento.
Texto simples, acessível, oferece uma gama de ferramentas teórico-práticas para ampliar os recursos técnicos utilizados para diagnósticos e abordagens específicas no amplo universo da dependência química, com o aval da experiência de competentes profissionais da área.
Simplesmente imperdível!

Disponível nas livrarias de todo o Brasil ou no site da Editora Roca
www.editoraroca.com.br

   

Tabagismo

 

Foi lançado recentemente pela editora Entrelinhas, o livro "A dinâmica psicológica do Tabagismo: o papel de características de personalidade, psicopatologia, fatores genéticos e neurobiológicos no comportamento de fumar tabaco", dos autores Regina de Cássia Rondina, Ricardo Gorayeb e Clóvis Botelho.
Este trabalho aborda o estudo das associações entre tabagismo alguns quadros psicopatológicos, como depressão, transtornos de ansiedade, esquizofrenia, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de pânico, e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, destacando a influência de fatores genéticos e neurobiológicos dessas associações.
O livro está sendo vendido por R$30,00.

   

Comportamento de risco de mulheres

 

Este levantamento epidemiológico lançado no final de 2004 encontra-se disponível on-line no site do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID).

   

Dependência Química na Adolescência

 

Trata a dependência de substâncias no Brasil
Organizador: Hélcio Fernandes Mattos
ISBN 85-85717-90-4
Companhia de Freud Editora - 2004
www.1criaa.com

Essa perspectiva de pensar o tratamento como um processo através do qual tentamos, de forma sistemática, aumentar os fatores de proteção e reduzir os de risco aumenta as oportunidades, pela repetição dos acontecimentos e dos procedimentos, de ocorrer alguma situação que seja representada pelo paciente como um ponto de virada na sua trajetória. Além disso, poderíamos usar como critério de importância o valor que podemos atribuir ao custo social de uma vida perdida pela exclusão. Quanto represente o fato de alguns adolescentes deixarem a carreira de criminalidade? Por menores que sejam os números de mortes evitadas, poderíamos atribuir um preço aos prejuízos sociais e comparar com os custos do tratamento? Em dois momentos, segundo o relato de Rômulo, no assalto e na briga com o amigo, ele estivera diante de situações que poderiam ter ocasionado a morte para alguém. Por mero acaso isso não aconteceu. Será que a melhor política é deixar esses adolescentes entregues à própria sorte, podendo matar ou morrer, e atribuirmos esses crimes ao acaso, indexando os acontecimentos aos índices de criminalidade e violências? Um serviço, isoladamente, pouco contribui, porém a constituição de uma metodologia capaz de integra outros serviços pode representa uma modificação significativa no tratamento de adolescentes dependentes químicos, permitindo, ao mesmo tempo, a prevenção do uso de drogas e da violência.

   

 

 

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